Artigos . GPS de coração

07/11/2016

Nas décadas de 1980 e 1990 o triatleta Mark Allen tomou conta da provas do Iron Man no Havaí, por quê? Ele juntamente de seu técnico revolucionou a maneira de treinar utilizando um monitor cardíaco. Programar os treinos, controlar a intensidade, avaliar possíveis melhoras, eram algumas das utilidades desta ferramenta. E hoje temos o GPS de pulso. Que além destas variáveis todas ainda mostra percurso, altimetria, umidade entre outras utilidades. E com tudo isto, quando devemos usar a frequência cardíaca ou o controle pela velocidade? O importante sempre é determinar um objetivo especifico. Voltando de um longo período pós-lesão ou realizando um trabalho de base, necessitamos gerar adaptações centrais. Ou seja, sobre o sistema cardiorrespiratório. Com isso a frequência cardíaca é a melhor referencia à ser utilizada para controlar as sessões de treinamento. Controlar a intensidade, a recuperação e até mesmo se estamos muito cansados ou recuperados, são formas de utilizar a frequência cardíaca durante os nossos treinamentos. E a velocidade ou pace? Que é o tempo que levamos para correr um Km, assim ditando o ritmo da corrida.

Depois de passado o período em que já conseguimos alcançar um bom nível de condicionamento físico, está na hora de gerarmos adaptações periféricas, que são aquelas relacionadas à musculatura envolvida na atividade. Nesse momento passamos a utilizar com maior frequência a variável velocidade/pace do nosso GPS para controlar os treinos. Variações na velocidade durante o sessões irão ativar mais as fibras de contração rápida, as de contração lenta, ou ambas, depende do estímulo. Também irá atuar na produção e na remoção do ácido láctico, entre outras respostas fisiológicas. E tudo isso, somado a um bom condicionamento físico, nos permitirá correr mais rápido, por mais tempo ou ainda por mais tempo e mais rápido. Sendo assim será mais fácil saber quando treinar baseado na frequência cardíaca, velocidade ou em ambos. Para se planejar uma sessão de treinamento, utilizando um computador de treino que tenha GPS e controle de FC, sempre se considera: nível de condicionamento físico, período em que o atleta se encontra; objetivo da sessão e qual o tipo de adaptação fisiológica se busca.

Diante disto, não se admite treinar nos dias de hoje sem este tipo de tecnologia quando se busca desempenho.

Artigos . O Brasil na Frente

07/07/2014

A independência que muitas pessoas portadoras de lesões na medula espinha aguardavam este bem próxima de chegar à todos. A agência americana que regulamenta fármacos e alimentos (FDA) aprovou a comercialização do REWALK, o primeiro exoesqueleto robotizado que abre esta possibilidade para estes portadores.

     Pessoas com paraplegia poderão levar para casa a tecnologia do exoesqueleto, usá-la diariamente e maximizar os benefícios fisiológicos. O REWALK é um aparelho motorizado que fica preso ao corpo pelas pernas e pela parte de baixo do tronco. Ele ajuda a pessoa a sentar, levantar e caminhar com o auxílio de um acompanhante.

       Tal equipamento consiste em uma estrutura metálica que se ajusta com argolas às pernas, sustenta o tronco e, com motores, movimenta as articulações do quadril, joelhos e tornozelos. O aparelho vem acompanhado de um sensor de inclinação e uma mochila que leva o computador com o qual se opera o aparelho e a fonte de energia. As muletas proporcionam ao usuário estabilidade adicional para executar os movimentos, e um controle remoto sem fio, colocado no pulso como um relógio, permitindo assim a ativação do equipamento.

O REWALK é uma inovação fantástica, mas não utiliza o princípio de interface cérebro-máquina, que é a base do exoesqueleto do projeto "Andar de novo", liderado pelo cientista Brasileiro Miguel Nicolelis e apresentado na cerimônia de abertura da Copa do Mundo. O projeto americano funciona por meio de um controle-remoto ativado pelo paciente, além de um sistema computadorizado de sensores. Já o exoesqueleto de Nicolelis prevê que estímulos cerebrais controlem os movimentos da veste robótica. Uma touca especial vai captar as atividades elétricas do cérebro por eletroencefalografia. Quando o paciente se imaginar caminhando por conta própria, os sinais produzidos por seu cérebro serão coletados pela touca e enviados a um computador que fica nas costas do robô. O computador vai decodificar essa mensagem e enviar a ordem aos membros artificiais, que passarão a executar os movimentos imaginados pelo paciente. Ao mesmo tempo, sensores dispostos nos pés da pessoa vão enviar sinais para a roupa especial, que então vai sentir uma vibração nos braços toda vez que o robô tocar o chão. É como se o tato dos pés fosse transferido para os braços, naquilo que Nicolelis chama de "pele artificial".

A grande diferença entre os trajes futurista é que o de Nicolelis vai dar total independência ao portador de deficiência, sendo conduzido autonomamente por seu usuário. E isto é tecnologia nacional.

Artigos . O peso do funcionário

02/03/2015

O foco em medicina preventiva para cortar custo e incentivar seus colaboradores a saírem da letargia tem hoje um grande aliado nos Estados Unidos; a tecnologia. Como as empresas estão enfrentando despesas crescentes em saúde com seus funcionários, uma saída é comprar ou subsidiar aparelhos de monitoramento de condicionamento físico para estimular os funcionários e seus dependentes a ficarem mais em forma.

Uma das opções usadas por lá é vestir um bracelete de monitoramento de condicionamento físico. Com isso se ganha pontos de forma a conseguir um plano de saúde mais barato. A tática pode reduzir os custos corporativos de saúde encorajando estilos de vida mais saudáveis, mesmo que as empresas precisem superar o temor e a preocupação, por parte dos defensores da privacidade, de os empregadores se intrometerem demais nas vidas pessoais de seus funcionários. Em outro caso, as empresas seguradoras também criaram programas para integrar os aparelhos de vestir em suas políticas. O objetivo é fazer com que as pessoas se interessem mais em cuidar de si mesmas. Os consumidores utilizam o aparelho e os dados da atividade são enviados a um sistema on-line para que possam ser verificados e, assim, o prêmio ser concedido à pessoa. A tecnologia está criando novas formas de os programas de bem-estar medir se os funcionários estão fazendo progressos, de forma semelhante a uma tendência do setor de seguro automotivo. Neste caso, os motoristas que colocam um sensor de monitoramento em seu veículo podem pagar tarifas mais baixas baseadas em como estão dirigindo e não em seu histórico de motorista.

Contudo, essas medidas também permitem que os empregadores e seguradoras reúnam mais dados a respeito das vidas das pessoas, levantando questionamentos dos defendem a garantia ao sigilo. Os aparelhos de vestir estão avançando além do monitoramento de passos, com sensores que monitoram o ritmo cardíaco, o nível de glicose, a temperatura corporal e outras funções. É uma discussão que deve se estender muito além. Até onde vai o limite da empresa em pensar nos lucros? Ou nos benefícios? Ou ainda, sua privacidade está sendo quebrada com a bandeira da saúde? Interessante, mas polêmico.

 

 

Artigos . Brasil na vanguarda

13/04/2015

Uma pesquisa desenvolvida 100% no Brasil abre caminho para utilização de células tronco no tratamento e controle do mal de Parkinson. Um grupo de animais recebeu injeções de células-tronco no cérebro e recuperaram o controle motor que haviam perdido por causa de lesões que simulam o efeito da doença humana.

Como o risco de formação de tumores sempre foi um dos principais obstáculos ao uso clínico de células-tronco embrionárias (CTEs). Células foram pré-tratadas com droga para evitar tais formações. Junto na característica que torna essas células potencialmente tão incríveis para aplicação no tratamento de doenças, vem a sua capacidade de se dividir e se transformar em qualquer tipo de tecido, mas ai está o perigo de uma diferenciação e multiplicação descontrolada, que pode resultar em um câncer, no lugar de uma cura.  Um efeito-colateral grande demais para ser ignorado; razão pela qual as pesquisas nessa área são tão cautelosas. Mas cientistas brasileiros podem ter encontrado uma maneira de manter essas células sob controle, retirando apenas a parte boa que elas oferecem, e bloqueando o que não é necessário. Eles descrevem um novo método capaz de inibir o desenvolvimento de tumores, depois que as células são injetadas no organismo. Com o uso da droga antitumoral mitomicina que já é usada há vários anos para o tratamento de tumores sólidos do pâncreas e do sistema gástrico. Os pesquisadores adicionaram essa substância ao meio de cultura das células-tronco embrionárias, inibindo assim a tendência das CTEs de formar tumores, pelo menos nas cobaias com resultados promissores.

O experimento usou uma substância tóxica que mata seletivamente os neurônios dopaminérgicos que estão em uma área do cérebro envolvida com o controle de movimentos, simulando o que ocorre no cérebro de pacientes com Parkinson. Esses camundongos lesionados (“com Parkinson”) que receberam injeções de CTEs pré-tratadas com mitomicina diretamente no local da lesão recuperaram quase que completamente o controle dos movimentos que haviam perdido, ou seja, foram “curados” do Parkinson, por assim dizer.

 

Fica um grande esperança para um mal que acomete um grande numero de pessoas e causa muitas dificuldades sócias entre outras.

Artigos . Droga ou remédio?

25/05/2015

Uma droga que tem papel vital para controle de dores em pacientes com doenças como câncer, por exemplo, agora pode ser fabricada aplicando um método de produção de cerveja artesanal. A morfina requer a colheita de papoula para ser produzida, já a morfina caseira poderia ser mais fácil de ser feita e permitiria a cientistas alterar as etapas de sua confecção para desenvolver novos tipos de analgésicos.

Eles modificaram geneticamente leveduras para que estes fungos realizem um processo químico complexo capaz de transformar açúcar no narcótico. O estudo foi publicado no periódico científico Nature Chemical Biology e é visto de forma promissora pela classe médica. O conceito de usar organismos microscópicos para produzir narcóticos não é algo novo na medicina. A insulina usada por pacientes com diabetes tem sido produzida a partir de bactérias geneticamente modificadas há décadas.

Os pesquisadores conseguiram ultrapassar um obstáculo nunca antes conseguido para alcançar este objetivo, atingir a produção que resulta em um composto químico conhecido como reticulina. Isso foi solucionado por uma equipe da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Para produzir cerveja em casa, é necessário usar leveduras microscópicas que transformam açúcar em álcool. Mas, ao usar DNA de plantas, pesquisadores conseguiram criar leveduras capazes de ter a morfina como resultado final deste processo químico.  Segundo o cientista, o bioengenheiro John Duebe, - isto foi conseguido da seguinte maneira, alimentando a levedura com glucose, uma forma barata de açúcar, para que ela seja capaz de transformá-lo em uma droga terapêutica.

A morfina caseira poderia ser mais fácil de ser feita e permitiria a cientistas alterar as etapas de sua confecção para desenvolver novos tipos de analgésicos. Como existe uma preocupação de que os mais recentes avanços nestas técnicas possam abrir caminho para a produção de drogas em casa e como a princípio, qualquer um com acesso a este tipo de levedura e as habilidades básicas de fermentação poderia produzir morfina usando um kit utilizado para fazer cerveja, o que recomenda um maior controle destes microrganismos transgênicos.

Para Paul Freemont, um dos diretores do Centro de Biologia Sintética e Inovação do Imperial College, em Londres, acredita que o assunto deve ser tratado com seriedade, já que permite produzir narcóticos que podem vir a ser usados ilegalmente. 

Artigos . Primeiros passos

08/06/2015

A EPF de Lousanne na Suíça é um dos centros de referência em engenharia. E lá cientistas desenvolveram uma nova terapia para pessoas paralisadas após lesão medular. É o implante de E-Dura que pode ser aplicado diretamente na medula espinhal, sem causar danos e inflamação.

Através de estimulação elétrica e química os pesquisadores conseguiram que ratos voltassem a caminhar, após grave lesão medular. Mas aplicar esse método em seres humanos exigiria implantes multifuncionais que pudessem ser instalados por longos períodos de tempo na medula espinhal, sem causar qualquer dano ao tecido. Isto foi conseguido pelos professores Stéphanie Lacour e Grégoire Courtine. O dispositivo imita as propriedades mecânicas do tecido vivo, e pode oferecer simultaneamente impulsos elétricos e de substâncias farmacológicas. Os riscos de rejeição e ou danos na medula espinhal foram drasticamente reduzidos. Com isto, um dos maiores problemas pode ter sido resolvido. O da rejeição. Porque quando os tecidos nervosos se movem ou se estiram a fricção contra esses dispositivos rígidos com este atrito repetido provoca inflamação, e acúmulo de tecido cicatricial, e são rejeitados.   

 

Não só o implante provou sua biocompatibilidade, mas também fez o seu trabalho perfeitamente, permitindo que os ratos recuperassem a capacidade de andar após algumas semanas de treinamento.

Isso abre novas possibilidades terapêuticas para pacientes que sofreram trauma neurológico, especialmente os paralisados após uma lesão da medula espinhal. Mas segundo Lacour, o potencial é enorme - por exemplo; na epilepsia, Parkinson e o controle da dor. Os próximos passos são ensaios clínicos em seres humanos para assim pessoas limitadas fisicamente poderem dar seus primeiros passos sozinhas.

 

Artigos . Pernas Biônicas

23/05/2016

Com um número cada dia maior de praticantes e atletas que se encantam com os benefícios da corrida, uma atividade que reúne uma lista imensa de benefícios para a saúde. Além de definir a musculatura de importantes grupos musculares, correr ajuda na perda de peso, aumenta a resistência física e regulariza a pressão arterial. Mas não podemos esquecer que o excesso de treinamento ou de competições pode acarretar perdas ou lesões corporais, resultando em processos inflamatórios em tendões e músculos, prejuízo à postura e em muitos casos até fraturas ósseas por estresse continuo.

Entretanto, os adeptos da corrida e aspirantes da prática sabem que o ponto de atenção mais relevante nesta modalidade é o impacto físico excessivo aplicado às articulações durante a atividade. Todo exercício implica em impactos físicos, que são necessários para fortalecer músculos e ossos. O problema está no impacto em excesso, que pode ser prejudicial. Muitos equipamentos como: esteiras e elípticos tentam simular os movimentos de corrida e muitos equipamentos esportivos conseguem diminuir um pouco o impacto. Mas ainda um pouco distante do equipamento que conheci há poucos dias. Após anos de pesquisa sobre a biomecânica e cinemática da corrida, análises de articulações e ativação muscular, uma ferramenta inovadora descobriu a fórmula para replicar o movimento natural de corrida e neutralizar muito desse impacto. O equipamento chamado Zero Runner, foi criado para permitir correr com a sensação natural e manter todos os benefícios de um treino ao ar livre, mas sem o impacto e o estresse nas articulações.

Podemos fazer uma breve comparação entre uma pessoa que corre na rua 20km por semana e uma que corre 10km na rua e 10km no equipamento. A segunda fará o “mesmo treino”com o impacto diminuído em 50 %, isto somados em um período mais longo de treinamento é uma considerável diminuição de estresse osteo-articular. O projeto das pernas biônicas permite que seja replicado o próprio movimento de corrida e também muito próximo o das articulações do quadril, joelho e tornozelo de um humano em movimento de corrida, com uma melhora, sem impacto. Uma ótima evolução.

Artigos . Laura

09/01/2017

Quando a perda se transforma em um obsessão em ajudar pessoas, a criatividade da lugar a muito trabalho, dedicação e a resultados maravilhosos. Foi assim com o pai de Laura, uma menina que faleceu de sepse com apenas 18 dias de vida.

Ele desenvolveu uma tecnologia que está ajudando médicos e enfermeiros do Paraná a salvar vidas e a reduzir os casos de infecções graves, que são uma das principais causas de morte hospitalar. Em homenagem à filha, o analista chamou a criação dele de Laura.  Esta tecnologia consegue cuidar ao mesmo tempo de dezenas de pacientes internados e de forma incansável. Perceber se o estado de saúde deles se agravou e alerta a equipe médica em questão de segundos esta é missão de Laura, procurar exaustivamente a cada 3,8 segundos qual o paciente que está mais crítico de todo os hospital , explica o analista de sistemas, Jacson Fressato. Segundo os médicos a rapidez está ajudando a salvar vidas em  pacientes com um tipo de infecção grave, a sepse, conhecida popularmente como infecção generalizada.

Integrada às equipes do hospital, com protocolos bem definidos, como por exemplo a cor laranja e a movimentação na tela do posto de enfermagem, indicam alterações nos dados vitais dos pacientes e também nos exames laboratoriais, o que serve de alerta para as equipes, que se movimentam rapidamente em direção ao paciente. Em dois meses de funcionamento do robô Laura, a equipe do hospital já observou uma redução de quase 63% nos casos de sepse entre os pacientes. Um exemplo foi do paciente André Policiano que sofreu um acidente de moto. Assim que fez os primeiros exames, a Laura acusou princípio de infecção grave. Só depois, ele soube que foi salvo por um robô. “A Laura nos ajudou a identificar uma possível infecção antes que a gente pudesse imaginar que ele realmente tivesse uma infecção”, diz a médica Viviane Dias. 

O criador desta tecnologia tem a expectativa de levar também para outros hospitais em todo o país. Com uma diminuição de apenas 5%, estima-se poder salvar milhares de vidas.

Artigos . Uma nova esperança

05/06/2017

Castigo e sofrimento, dois substantivos que normalmente são usados por quem tem que passar por horas de diálise todos os dias. Quem precisa de um transplante de rim sabe muito bem o que são eles. Mas há uma nova esperança para milhares de pessoas nesta fila. Uma pesquisa da Universidade do Alabama, prevê que, em dois anos os seres humanos vão receber órgãos de porcos de laboratório.

Com testes iniciais há mais 50 anos nos Estados Unidos, cientistas tentaram transplantar rins, fígado e coração de chimpanzés em humanos. Mas nunca deu certo. Hoje com o mapeamento do DNA e as novas ferramentas da engenharia genética o foco se voltou para outro candidato a doador: o porco.  Como tecidos do animal já são usados em próteses que substituem válvulas do coração. Passou-se o foco nesta possibilidade. Os cientistas usam a fertilização in vitro e manipulam o DNA, retirando a parte da cadeia genética responsável pela produção de enzimas e proteínas que causam rejeição em humanos. Segundo o pesquisador o doutor Joseph Tector e seus colaboradores as pesquisas já apontam com a possibilidade da modificação genética nestes animais. Nos Estados Unidos com um percentual de 30% de não rejeição entre mil pacientes que precisam de um rim que já fizeram teste de sangue para saber se poderiam receber células de porcos geneticamente modificada. A noticias e alentadora.

      Segundo o doutor Tector os transplantes com rins de porcos podem começar daqui a dois anos. Os primeiros beneficiados serão os pacientes com mais de 65 anos e aqueles com mais dificuldades para encontrar um doador compatível. Aqui no Brasil as pessoas que aguardam um doador para conseguir fazer um transplante na maioria são pacientes que precisam de um novo rim. Essa espera costuma ser mais longa e mais dolorosa para as crianças. Mas como os órgãos dos porcos existem em todos os tamanhos, isto da a possibilidade de se fazer transplantes até em bebês bem pequenos com um rim de tamanho apropriado. Agora é torcer para que o aval das autoridades de saúde dos Estados Unidos saia o mais rápido possível.

Artigos . Eletroestimulação

12/06/2017

Um equipamento novo com uma tecnologia usada a muitos anos pelos atletas Russos ou da então União Soviética e hoje adaptada por alemães virou febre entre atletas como Usain Bolt e Rafael Nadal e  quando chegou ao Brasil, foi logo bem aceito também.

O maquinário high-tech consiste em uma unidade de comando que se conecta a um traje composto por um colete e cintas umedecidos e colocados na região de braços, pernas e glúteos. As peças são equipadas com oito grupos de eletrodos, que podem ser programados para realizar três tipos de treinos. A intensidade dos pulsos varia de 0 a 100, a corrente elétrica produzida pelos eletrodos envia uma mensagem ao cérebro, que ativa, de forma involuntária, um maior número de fibras. Assim, os resultados dos treinos (força e tônus musculares) são potencializados. Por envolver mais fibras musculares durante os exercícios, você consegue aumentar a sua força em 40%, segundo um estudo publicado na revista brasileira Fisioterapia Ser, ainda com a vantagem que as articulações não sofrem sobrecargas. Mas sempre com alguns cuidados, como por exemplo: Ele é contraindicado para grávidas, cardíacos e pessoas com varizes severas.

Essa técnica é um tipo de atividade em que, em 20 minutos de aula, 350 músculos se contraem ao mesmo tempo, o equivalente a três horas de treinamento convencional. O gasto calórico pode ultrapassar 500 calorias por aula. Como a frequência cardíaca sobe mais que o usual, o gasto calórico acaba sendo maior melhorando a circulação sanguínea e de oxigênio ajudando a amenizar a aparência também da celulite. Ainda os representantes informam que todo esse processo também influencia o sistema linfático, responsável por eliminar água e toxina do corpo.                

Apesar de novidade no mundo fitness, a eletroestimulação já é usada a muito tempo por fisioterapeutas, como critério para reabilitação muscular, ou seja, para algumas lesões de tecido. Mas também na recuperação muscular, segundo os pesquisadores ela “expulsa” o ácido lático produzido pelo organismo, consequência da fadiga pós-treino. Ou seja, aquela dorzinha do dia seguinte vai embora mais rápido. E ainda ela incentiva a produção de endorfinas, hormônios que promovem a sensação de bem-estar. Se tudo isso que prometido, realmente acontece, estamos diante de um bela ferramenta para complementar, tanto treinamento como recuperação física.

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