Artigos . A importância da gordura

26/05/2014

Desde os primórdios a gordura tem importância fundamental na sobrevivência do ser humano. Havia milhares de anos a gordura animal já era fonte de energia para os habitantes da terra. Como os alimentos eram escassos, quanto mais energia estocada, maiores eram as chances de sobreviver sem alimento aos períodos de frio e de falta de caça. Os egípcios também usavam a gordura animal para manter a beleza de seus cabelos, que era símbolo de status para a sociedade da época, em mais uma forma de uso desta substância.

      Mas quando um médico russo chamado Nikolai Anichkov fez um experimento com algumas cobaias, o rumo da história tomou outro sentido. Usando como cobaias: coelhos, cachorros e ratos, Nikolai alimentou os animais com colesterol puro, gemas de ovos diluídas em azeite de oliva. A qual conclusão ele chegou? A aorta de 90% dos coelhos estudados começou a exibir as mesmas placas acinzentadas encontradas em humanos vítimas de infarto. E nos cães e ratos nada acontecia, por mais colesterol que ingerissem. O que não foi evidenciado é que coelhos são animais vegetarianos, ao contrário dos cachorros e ratos que estão acostumados a comer qualquer coisa e possuem uma relação mais íntima com o colesterol, o que explica sua maior resistência à formação de placas. Um pequeno detalhe, que passou despercebido e ajudou formar a idéia de que o colesterol elevado no sangue era a causa de seu acúmulo nas paredes das artérias.

        Com tudo isto a gordura foi tão criticada que a maioria das pessoas pensa que quanto menos gordura, melhor. Pesquisas mostram que isso não é verdade. No auge da febre por alimentos com baixo teor de gordura, as pessoas ingeriam salgadinhos e biscoitos sem gordura, mas sim alimentos com alto teor de carboidratos de ação rápida, pensando que estavam assim fazendo bem a si mesmas. Na verdade havia um desequilíbrio da glicose e consumindo mais calorias.

        Como a proteína, a gordura não eleva a glicose no sangue; assim, trocar alimentos ricos em carboidratos, como um biscoito, por alimentos ricos em gordura, como nozes, pode ser uma excelente escolha. Usar azeite de oliva para temperar a salada, adicionar nozes ao arroz, assar um peixe ou usar pedaços de abacate maduro no sanduíche podem ajudar e muito em uma dieta saudável e com gordura saudávelO fato é que a gordura tem seu valor na alimentação e algumas são benéficas para o corpo e para o controle da glicemia e devem definitivamente fazer parte da alimentação.

Artigos . Exercícios e digestão

15/09/2014

Seguidamente presenciam-se pessoas com mal estar após a ingestão de alimentos: nas academias, piscinas e parques públicos. O exercício físico e o processo digestivo são duas situações que requerem ajustes fisiológicos particulares e caracterizam situações que até certo ponto podem ser consideradas incompatíveis.

  Geralmente tais situações são desencadeadas por desconforto gástrico e episódios de vômitos como decorrência da existência de conteúdo no estômago durante o exercício. Quando começamos a nos movimentar esta situação exige certa prioridade dos sistemas fisiológicos em função da grande demanda de energia requerida para sua realização. Na medida em que os músculos são exigidos a produzir energia, existe uma necessidade básica a ser atendida que é o aumento do fluxo sanguíneo. Para proporcionar mais sangue e consequentemente mais oxigênio e nutrientes aos músculos, o coração aumenta sua função de bomba, e ao mesmo tempo a circulação se ajusta. Este ajuste circulatório se caracteriza por uma dilatação dos vasos sanguíneos musculares e por uma “constrição”, ou seja, diminuição do calibre dos vasos sanguíneos do sistema digestivo. Como consequência o sangue se concentra mais para os músculos diminuindo sensivelmente no sistema digestivo. E pontualmente esta restrição de fluxo sanguíneo para o sistema digestivo que torna as duas ações incompatíveis. A diminuição de fluxo deixa mais lenta e em algumas situações até interrompe a função digestiva. Com isto a consequencia é o esvaziamento do estômago através do vomito.

No caso de doenças gastrointestinais, como gastrites, esofagites, úlceras, constipação intestinal, etc., a atividade física moderada influencia de forma positiva os sintomas que acometem esses pacientes. Tendo efeito protetor sobre o aparelho digestivo, além de prevenir o câncer de cólon e a diverticulite. Porem não exagere nos exercícios aeróbicos intensos e de longa duração, realizados principalmente por atletas, pois podem provocar sintomas gastrointestinais para aqueles que possuem ou não doenças prévias.

Portanto, a ingestão de qualquer alimento antes de uma atividade física deve observar um intervalo de tempo suficiente para o estômago se esvaziar. A preferência deve ser o consumo de pequenos volumes, sempre diluídos, para evitar que a atividade física se inicie antes do estômago se esvaziar. Menores volumes, com baixa concentração de nutrientes proporcionam um esvaziamento gástrico mais rápido e evitam perturbações digestivas durante a atividade física

Artigos . Desidratação mata

29/09/2014

Com cada dia mais praticantes de corrida de rua, muitos cuidados devem ser tomados para controlar todas as variáveis que são envolvidas em uma prova como esta. Testar nossos limites em competições deste porte requer cuidados mais relevantes do que o material esportivo da moda ou um simples isotônico.

Com a morte de um veterano corredor a 500 metros da chegada da meia maratona em Natal, no Rio Grande do Norte, sempre nos perguntamos até que ponto estes corredores e estas provas estão preparados? O incidente configurou a chamada morte súbita relacionada à atividade esportiva. De acordo com o resultado da necropsia foi constatado que não houve um problema cardíaco. E segundo o médico que lhe acompanhava, ele fez, dias antes, a avaliação cardiológica recomendada. Então o que pode ter havido? Segundo os laudos iniciais definiram que a morte foi por desidratação, com duas causas prováveis: no dia anterior a prova houve uma diarréia, possivelmente por ansiedade ou pelo calor intenso do local. Além disto, uma série de erros foram constatados. Como: falhas de reposição de água nos quilômetros finais da prova, atendimento totalmente fora dos padrões, feito apenas por colegas de corrida, que carregavam a vítima pelos braços totalmente desfalecida. Esse atendimento exige que se façam as manobras de ressuscitação cardiopulmonar com massagem cardíaca. Além disso, também é importante a reposição imediata e rápida de soro e eletrólitos (sódio, potássio) e até de cálcio, esfriamento do corpo com água e gelo em piscinas, ingestão ou infusão de líquidos gelados, pois a temperatura corporal nestes casos atinge 42ºC graus, o que torna inviável a sobrevida.

É importantíssimo que quem assiste o desportista (médico e treinador), seja corredor de rua ou apenas praticante em geral, além de realizarem as avaliações médicas e físicas, devam alertar de modo insistente sobre o surgimento de quaisquer anormalidades na saúde ou climas extremos de calor ou de frio. A prevenção correta pode chegar até ao extremo da proibição da participação na prova esportiva, se as temperaturas estiverem acima de 32ºC ou abaixo de 15ºC.

 

Como há muitos praticantes que não contam com treinador, pois em muitos casos correm sozinhos, estes devem ter a consciência de evitar riscos e devem conhecer o clima das provas e estar em perfeito estado de saúde. Devem sempre realizar exames e ouvir as recomendações do médico.  E buscar provas realizadas com todas as normas de seguranças. Só assim será evitada as mortes e outros eventos graves.

Artigos . Desidratação mata

29/09/2014

Com cada dia mais praticantes de corrida de rua, muitos cuidados devem ser tomados para controlar todas as variáveis que são envolvidas em uma prova como esta. Testar nossos limites em competições deste porte requer cuidados mais relevantes do que o material esportivo da moda ou um simples isotônico.

Com a morte de um veterano corredor a 500 metros da chegada da meia maratona em Natal, no Rio Grande do Norte, sempre nos perguntamos até que ponto estes corredores e estas provas estão preparados? O incidente configurou a chamada morte súbita relacionada à atividade esportiva. De acordo com o resultado da necropsia foi constatado que não houve um problema cardíaco. E segundo o médico que lhe acompanhava, ele fez, dias antes, a avaliação cardiológica recomendada. Então o que pode ter havido? Segundo os laudos iniciais definiram que a morte foi por desidratação, com duas causas prováveis: no dia anterior a prova houve uma diarréia, possivelmente por ansiedade ou pelo calor intenso do local. Além disto, uma série de erros foram constatados. Como: falhas de reposição de água nos quilômetros finais da prova, atendimento totalmente fora dos padrões, feito apenas por colegas de corrida, que carregavam a vítima pelos braços totalmente desfalecida. Esse atendimento exige que se façam as manobras de ressuscitação cardiopulmonar com massagem cardíaca. Além disso, também é importante a reposição imediata e rápida de soro e eletrólitos (sódio, potássio) e até de cálcio, esfriamento do corpo com água e gelo em piscinas, ingestão ou infusão de líquidos gelados, pois a temperatura corporal nestes casos atinge 42ºC graus, o que torna inviável a sobrevida.

É importantíssimo que quem assiste o desportista (médico e treinador), seja corredor de rua ou apenas praticante em geral, além de realizarem as avaliações médicas e físicas, devam alertar de modo insistente sobre o surgimento de quaisquer anormalidades na saúde ou climas extremos de calor ou de frio. A prevenção correta pode chegar até ao extremo da proibição da participação na prova esportiva, se as temperaturas estiverem acima de 32ºC ou abaixo de 15ºC.

 

Como há muitos praticantes que não contam com treinador, pois em muitos casos correm sozinhos, estes devem ter a consciência de evitar riscos e devem conhecer o clima das provas e estar em perfeito estado de saúde. Devem sempre realizar exames e ouvir as recomendações do médico.  E buscar provas realizadas com todas as normas de seguranças. Só assim será evitada as mortes e outros eventos graves.

Artigos . Integro com o coração

12/01/2015

Muitos estudos nos últimos anos mostram que os alimentos integrais são benéficos a saúde e que seu uso diário é fundamental para uma dieta saudável e rica em nutrientes necessários para um ótimo funcionamento do nosso organismo. Mas um em especial foi realizado com uma amostra e um intervalo de tempo que o torno referência.

Consumir uma porção diária de grãos integrais já parece reduzir o risco de mortalidade. Mas o que foi mostrado neste estudo é que consumir alimentos integrais pode ajudar as pessoas a viver por mais anos, principalmente porque previne especialmente doenças do coração. Contudo este hábito não parece evitar mortes provocadas por doença como o câncer. Publicado no periódico Journal of the American Medical Association (JAMA), este estudo mostra as conclusões de um novo estudo da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Os pesquisadores analisaram os dados de mais de 74 000 mulheres e 43 000 homens que participaram de um levantamento nacional e que foram acompanhados em um longo período, entre os anos de 1984 e 2010. A equipe observou que as pessoas que costumavam ingerir alimentos integrais foram menos propensas a morrer ao longo deste período, principalmente em decorrência de doenças relacionadas ao coração. Os cientistas também mostraram, por exemplo, que cada porção diária de apenas 28 gramas de grãos integrais, como de arroz e pão integrais, reduz em 5% o risco de morte por qualquer causa e em 9% as chances de morte por doenças cardíacas. Contudo, a pesquisa não encontrou relação entre a ingestão desses alimentos e a taxa de mortalidade por câncer.

 

Com essas descobertas, podemos reforçar ainda mais a recomendação de aumentar o consumo de alimentos integrais. Aumentando assim, ainda mais a prevenção primária e secundária de doenças crônicas e também fornece evidências promissoras de que uma dieta enriquecida com grãos integrais pode conferir benefícios em relação ao aumento da expectativa de vida real.

Artigos . Energia certa

09/03/2015

Mais uma vez estudos comprovam que nosso corpo é sábio. Fazendo com que a espécie humana seja bem-sucedida na sua adaptação ao longo dos séculos. O mecanismo de controle da vida passa pela eficiência no gerenciamento da energia utilizada para a produção de trabalho, comida, reprodução e até vencer inimigos. Isso tudo supervisionado pelo nosso cérebro, órgão diferenciado que garante as funções vitais, intelectuais e cognitivas.

Poupar e estocar energia passa, então, a ser crucial para as espécies. A reposição dos estoques e a troca de tecidos exigem repouso o que também consume energia. Na fase de alerta o principal combustível para executar as tarefas de sobrevivência é a glicose. Sem ter ingerido alimento, durante a fase de descanso prolongado o organismo vai buscá-la nos depósitos, tecido adiposo estocado para esta ocasião, entre outras. O objetivo é manter seu nível constante em todos os tecidos para as funções básicas. O cérebro devidamente suprido por esse combustível analisará a situação; se eu permanecer em jejum após o despertar e fizer exercício, vou queimar gordura e emagrecer? Certo! Errado.

 

A coisa pode funcionar por um curto período de tempo. Com o estoque reduzido de glicogênio pelo longo tempo sem comer, as reservas de energia, o tecido gorduroso, são acionadas para fazer a reposição, pois esta é a substância responsável por manter todas as funções do corpo humano. Como tudo no funcionamento do corpo humano, a utilização dessa reserva nessas condições foi dimensionada para uma situação de repouso, o sono. Ao iniciar uma atividade física em jejum, depois de uma noite de sono e, com a lipólise em andamento (transformação de gordura) para produzir glicogênio e glicose, em determinado momento haverá um entendimento normal e fisiológico de que há dificuldade de se achar alimento. Neste momento, as reservas energéticas – a gordura passará a ser poupada e os músculos, as proteínas, serão recrutadas para o processo de produção de energia. A falsa impressão de magreza aparece. Ao prolongar o jejum e repetir a atividade com privação de alimentos energéticos, os estoques de gordura serão preservados e os músculos consumidos. Você ficará mais “magro”, mas mais flácido também. Por que a gordura continua ali, o que foi usado como combustível foram seus músculos. Outros malefícios em fazer exercícios físicos em jejum podem ser descritos aqui, como: Tontura, fraqueza, náuseas e vômitos, sem contar que o rendimento cairá na tentativa de poupar energia.

Artigos . Energia certa

09/03/2015

Mais uma vez estudos comprovam que nosso corpo é sábio. Fazendo com que a espécie humana seja bem-sucedida na sua adaptação ao longo dos séculos. O mecanismo de controle da vida passa pela eficiência no gerenciamento da energia utilizada para a produção de trabalho, comida, reprodução e até vencer inimigos. Isso tudo supervisionado pelo nosso cérebro, órgão diferenciado que garante as funções vitais, intelectuais e cognitivas.

Poupar e estocar energia passa, então, a ser crucial para as espécies. A reposição dos estoques e a troca de tecidos exigem repouso o que também consume energia. Na fase de alerta o principal combustível para executar as tarefas de sobrevivência é a glicose. Sem ter ingerido alimento, durante a fase de descanso prolongado o organismo vai buscá-la nos depósitos, tecido adiposo estocado para esta ocasião, entre outras. O objetivo é manter seu nível constante em todos os tecidos para as funções básicas. O cérebro devidamente suprido por esse combustível analisará a situação; se eu permanecer em jejum após o despertar e fizer exercício, vou queimar gordura e emagrecer? Certo! Errado.

 

A coisa pode funcionar por um curto período de tempo. Com o estoque reduzido de glicogênio pelo longo tempo sem comer, as reservas de energia, o tecido gorduroso, são acionadas para fazer a reposição, pois esta é a substância responsável por manter todas as funções do corpo humano. Como tudo no funcionamento do corpo humano, a utilização dessa reserva nessas condições foi dimensionada para uma situação de repouso, o sono. Ao iniciar uma atividade física em jejum, depois de uma noite de sono e, com a lipólise em andamento (transformação de gordura) para produzir glicogênio e glicose, em determinado momento haverá um entendimento normal e fisiológico de que há dificuldade de se achar alimento. Neste momento, as reservas energéticas – a gordura passará a ser poupada e os músculos, as proteínas, serão recrutadas para o processo de produção de energia. A falsa impressão de magreza aparece. Ao prolongar o jejum e repetir a atividade com privação de alimentos energéticos, os estoques de gordura serão preservados e os músculos consumidos. Você ficará mais “magro”, mas mais flácido também. Por que a gordura continua ali, o que foi usado como combustível foram seus músculos. Outros malefícios em fazer exercícios físicos em jejum podem ser descritos aqui, como: Tontura, fraqueza, náuseas e vômitos, sem contar que o rendimento cairá na tentativa de poupar energia.

Artigos . Energia em Gel

20/07/2015

Já é sabido que carboidrato é fundamental na produção de energia. Mas como manter esta energia por mais tempo em exercícios prolongados. O uso de carboidratos em forma de gel retarda a fadiga e melhora o desempenho em atletas nas corridas, sendo recomendado em atividades com duração acima 1 hora. Sabe-se que em corridas é necessário repor os carboidratos para a manutenção de glicose e evitar gastos excessivos dos estoques de glicogênio muscular.

Os produtos destinados a fornecer carboidratos devem conter um mix de glicose, sacarose e frutose, já que o uso único de frutose pode ocasionar desconforto intestinal e até diarréia. Outro cuidado importante é que o consumo do gel deve ser administrado juntamente com água, dessa maneira auxilia na hidratação, facilita o consumo, pois a consistência dificulta a deglutição e ainda retira o sabor consistente do produto. A quantidade deve ser orientada por profissionais da área, pois vai depender do sexo, idade, peso, entre outras variáveis. De maneira geral é comum utilizar um sachê antes da largada para provas até 1 hora.

É muito importante observar os rótulos para verificar a quantidade e o tipo de carboidratos, sabendo que normalmente cada sachê possui em média 100 kcal e por isso não devem ser ingeridos exageradamente, principalmente em treinos mais curtos e por aqueles com objetivo de diminuição de peso corporal. Como há uma variedade de marcas, é importante estar adaptado ao produto no momento da prova, pois pode haver rejeição ao produto e consequentemente perda de desempenho.

Artigos . Energia em Gel

27/07/2015

Já é sabido que carboidrato é fundamental na produção de energia. Mas como manter esta energia por mais tempo em exercícios prolongados. O uso de carboidratos em forma de gel retarda a fadiga e melhora o desempenho em atletas nas corridas, sendo recomendado em atividades com duração acima 1 hora. Sabe-se que em corridas é necessário repor os carboidratos para a manutenção de glicose e evitar gastos excessivos dos estoques de glicogênio muscular.

Os produtos destinados a fornecer carboidratos devem conter um mix de glicose, sacarose e frutose, já que o uso único de frutose pode ocasionar desconforto intestinal e até diarréia. Outro cuidado importante é que o consumo do gel deve ser administrado juntamente com água, dessa maneira auxilia na hidratação, facilita o consumo, pois a consistência dificulta a deglutição e ainda retira o sabor consistente do produto. A quantidade deve ser orientada por profissionais da área, pois vai depender do sexo, idade, peso, entre outras variáveis. De maneira geral é comum utilizar um sachê antes da largada para provas até 1 hora.

É muito importante observar os rótulos para verificar a quantidade e o tipo de carboidratos, sabendo que normalmente cada sachê possui em média 100 kcal e por isso não devem ser ingeridos exageradamente, principalmente em treinos mais curtos e por aqueles com objetivo de diminuição de peso corporal. Como há uma variedade de marcas, é importante estar adaptado ao produto no momento da prova, pois pode haver rejeição ao produto e consequentemente perda de desempenho.

Artigos . Um risco a menos

10/08/2015

Pesquisadores descobriram que o iogurte desnatado como lanche entre as refeições ajuda a reduzir o risco de diabetes tipo 2 quase pela metade. Se ele não está na sua lista de compras, está na hora de se tornar amigo dele.

Os participantes preencheram um questionário sobre todos os alimentos lácteos ingeridos. Produtos lácteos fermentados (iogurte, queijo e creme de leite) foram classificados em alto e baixo teor de gordura. Leite foi o mais consumido, 82% do cardápio de alimentos lácteos, seguido pelo queijo (9%) e iogurte (8%). Consumo de produtos lácteos total foi de 269g por dia em média, dos quais 65% eram com baixo teor de gordura. O consumo total de produtos lácteos não foi associado com o risco reduzido de diabetes, mas a ingestão de laticínios de baixo teor de gordura foi após o ajuste para idade e sexo. No entanto, a redução não era tão significativa quando se ajustava outros fatores, como IMC, tabagismo, consumo de álcool, classe social, atividade física e outros componentes da dieta.

No entanto, o iogurte de baixo teor de gordura foi associado com um risco reduzido de 35% mesmo após o ajuste para fatores de risco. Em uma análise separada, foi descoberto que substituir lanches como bolos, biscoitos e chips pelo iogurte resultou em um risco 47% inferior para diabetes tipo 2. A medida ideal para consumo é 4,5 porções (125 g) por semana. Para explicar a relação entre produtos lácteos fermentados e diabetes, tem sido associada às ações de bactérias probióticas, que melhoraram o perfil lipídico e antioxidante em pacientes com diabetes tipo 2.

Artigos . Um risco a menos

10/08/2015

Pesquisadores descobriram que o iogurte desnatado como lanche entre as refeições ajuda a reduzir o risco de diabetes tipo 2 quase pela metade. Se ele não está na sua lista de compras, está na hora de se tornar amigo dele.

Os participantes preencheram um questionário sobre todos os alimentos lácteos ingeridos. Produtos lácteos fermentados (iogurte, queijo e creme de leite) foram classificados em alto e baixo teor de gordura. Leite foi o mais consumido, 82% do cardápio de alimentos lácteos, seguido pelo queijo (9%) e iogurte (8%). Consumo de produtos lácteos total foi de 269g por dia em média, dos quais 65% eram com baixo teor de gordura. O consumo total de produtos lácteos não foi associado com o risco reduzido de diabetes, mas a ingestão de laticínios de baixo teor de gordura foi após o ajuste para idade e sexo. No entanto, a redução não era tão significativa quando se ajustava outros fatores, como IMC, tabagismo, consumo de álcool, classe social, atividade física e outros componentes da dieta.

No entanto, o iogurte de baixo teor de gordura foi associado com um risco reduzido de 35% mesmo após o ajuste para fatores de risco. Em uma análise separada, foi descoberto que substituir lanches como bolos, biscoitos e chips pelo iogurte resultou em um risco 47% inferior para diabetes tipo 2. A medida ideal para consumo é 4,5 porções (125 g) por semana. Para explicar a relação entre produtos lácteos fermentados e diabetes, tem sido associada às ações de bactérias probióticas, que melhoraram o perfil lipídico e antioxidante em pacientes com diabetes tipo 2.

Artigos . Efeito suplementos

14/09/2015

Em meio a infinidades de rótulos e tipos, como saber o qual comprar, como e para que usar os famosos suplementos. Tão na moda nas academias que parece que sem eles nada pode acontecer com seu corpo. Mas se engana quem acha que nada acontece com sua saúde.

Seja para auxiliar o processo de hipertrofia ou perda de peso, existem produtos que podem facilitar o processo, desde que indicados por um especialista e combinados com uma dieta saudável e os exercícios físicos compatíveis com seu uso. Um dos mais conhecidos e usados é o Whey Protein, por exemplo, em doses maiores do que o necessário pode se tornar tóxico e sobrecarregar rins e fígado. Já os eletrolíticos, por sua alta concentração de sódio, em excesso acarretam o aumento da pressão arterial. Com a idéia principal de fornecer nutrientes que possam não ser consumidos em quantidade suficiente para satisfazer as necessidades do organismo. Os suplementos alimentares podem ser: vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos, que são fornecidos na forma de comprimidos, tabletes, cápsulas, líquidos, etc.

      Os suplementos não são substitutos de uma alimentação saudável e equilibrada. No entanto, existem certos grupos populacionais que podem necessitar de aconselhamento sobre estas substâncias, mesmo quando praticam uma alimentação equilibrada e variada; exemplo; mulheres em idade fértil, indivíduos com condições médicas específicas e também esportistas com alto índice de exigências físicas.

Suplementos e sua ação:

• Suplementos de proteína: são voltados, principalmente, para ganho de massa muscular.

• Suplementos com aminoácidos: evitam que a reserva energética muscular de aminoácidos seja usada.

• Suplementos de carboidratos: indicados para atividades que durem mais de 90 minutos, otimizam a absorção de água e de bebidas esportivas.

• BCAA: muito utilizado em academias com a proposta principal de reduzir a fadiga central ou a percepção da mesma.

• Albumina e Glutamina: a albumina fornece todos os aminoácidos que o organismo necessita para a formação muscular e a glutamina participa na redução da fadiga e na melhora da imunidade.

• Creatina: voltada a exercícios de explosão e curta duração, retarda o início da sensação de fadiga e aumenta a massa muscular.

• Termogênicos: potencializa o metabolismo do corpo e, por consequência, a perda de peso.

• L-Carnitina: promove a queima de gorduras dentro da célula.

                Não existe receita de bolo, existe ciência.

Artigos . Nem sempre

07/12/2015

A cada dia mais Brasileiros fazem uso de suplementos alimentares é o que indica uma pesquisa inédita. Este é o hábito de mais de 50% dos participantes da pesquisa em um grupo de pessoas com mais de 17 anos realizada recentemente. Segundo a nutricionista Mirella Freire, os suplementos alimentares são preparações destinadas a dar suporte a dieta e fornecer nutrientes, como vitaminas, minerais, fibras, ácidos graxos ou aminoácidos, que podem estar faltando ou não são consumidos em quantidade suficiente na dieta de uma pessoa e não são remédios. Como principal finalidade do uso de suplementos alimentares, 86% consumem para saúde. Além disso, 83% afirmaram ingeri-los diariamente. Entre os principais motivos para o consumo estão a complementação da alimentação, a saúde e o bem-estar.

É muito importante entender a diferença entre complementação dietética e suplementação nutricional. A primeira é realizada quando, por exemplo, ao praticar um exercício físico intenso, a alimentação não é suficiente para fornecer ao indivíduo toda a energia ou os nutrientes que ele precisa. Já a suplementação é caracterizada pela administração de doses elevadas de um nutriente ou substância específica em caso de deficiência. Os suplementos são indicados para indivíduos com necessidades nutricionais específicas em decorrência de exercícios físicos ou de alguma patologia associada. Na maioria dos casos, uma alimentação equilibrada é suficiente para atender as necessidades nutricionais, apenas em situações específicas alguns atletas ou pessoas com algum tipo de doença específica necessitam de suplementação.

As mulheres são as principais consumidoras, mas tendem a preferir substâncias ligadas à saúde como vitaminas, minerais e óleos. Já os homens compram mais itens relacionados à prática de exercícios, como proteínas e aminoácidos.

Eles têm proporcionado bons resultados no ganho de massa muscular e na perda de peso, mas precisam ser ingeridos na dose certa para não causar efeitos colaterais, renais e hepáticos. A maioria dos especialistas acredita que, quando necessários, os suplementos podem trazer benefícios para o organismo. A questão é: quando são necessários? Os interessados em ter esta resposta devem sempre procurar um especialista.

Artigos . Lactose e exercícios

05/09/2016

Convivo com atletas e pessoas que buscam melhorar sua saúde e forma física. Muitos me indagam sobre o que é melhor para o desempenho físico? O iogurte, a bebida láctea ou o leite fermentado. Para tal consultei uma especialista, a nutricionista Taiane Gabriela.

Já faz um tempo que a lactose é considerada vilã de forma generalizada e permanece assustando as pessoas que estão em busca de saúde e um corpo bonito. Estudos mostram que a lactose é bastante alergênica e prejudicial ao intestino de algumas pessoas, mas é necessário buscar fundamentos e individualidades. A lactase (enzima que digere a lactose presente nos produtos lácteos) é produzida no intestino e o fato é que os hábitos das pessoas estão tão ruins que até a produção dessa enzima é prejudicada. Salvo os casos de verdadeira intolerância comprovada por exames ou pela percepção de consumo alimentar, é preciso analisar com cuidado a retirada desses produtos da alimentação, afinal eles trazem benefícios se consumidos de maneira correta.

Ricos em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e lactobacilos, os produtos lácteos fornecem energia, contribuem para uma melhor recuperação muscular pelo exercício e ainda fortalecem a imunidade através das bactérias que auxiliam na saúde do intestino. O que por si só já melhora o desempenho nas atividades físicas. Então, o que os faz diferente; o iogurte possui composição nutricional semelhante ao leite: rico em proteínas, cálcio, vitaminas e lactobacilos. Já a bebida láctea é feita 50% com o soro do leite, deixando-a menos calórica, mas também menos nutritiva (o que justifica o preço reduzido). O leite fermentado é obtido pela fermentação de diversas bactérias e possui maior quantidade de lactobacilos, auxiliando potencialmente na saúde do intestino e na imunidade.

 

A melhor opção, portanto, precisa ser adequada ao estado nutricional e objetivo de cada um, como por exemplo, a necessidade de obter um maior teor de cálcio ou a menor quantidade de gordura. Porém, vale para todos observar a quantidade de corantes, açúcares e caldas presentes nesses produtos, a fim de evitar consumir produtos menos saudáveis do que pensamos. 

Artigos . Lactose e exercícios

05/09/2016

Convivo com atletas e pessoas que buscam melhorar sua saúde e forma física. Muitos me indagam sobre o que é melhor para o desempenho físico? O iogurte, a bebida láctea ou o leite fermentado. Para tal consultei uma especialista, a nutricionista Taiane Gabriela.

Já faz um tempo que a lactose é considerada vilã de forma generalizada e permanece assustando as pessoas que estão em busca de saúde e um corpo bonito. Estudos mostram que a lactose é bastante alergênica e prejudicial ao intestino de algumas pessoas, mas é necessário buscar fundamentos e individualidades. A lactase (enzima que digere a lactose presente nos produtos lácteos) é produzida no intestino e o fato é que os hábitos das pessoas estão tão ruins que até a produção dessa enzima é prejudicada. Salvo os casos de verdadeira intolerância comprovada por exames ou pela percepção de consumo alimentar, é preciso analisar com cuidado a retirada desses produtos da alimentação, afinal eles trazem benefícios se consumidos de maneira correta.

Ricos em proteínas de alto valor biológico, vitaminas e lactobacilos, os produtos lácteos fornecem energia, contribuem para uma melhor recuperação muscular pelo exercício e ainda fortalecem a imunidade através das bactérias que auxiliam na saúde do intestino. O que por si só já melhora o desempenho nas atividades físicas. Então, o que os faz diferente; o iogurte possui composição nutricional semelhante ao leite: rico em proteínas, cálcio, vitaminas e lactobacilos. Já a bebida láctea é feita 50% com o soro do leite, deixando-a menos calórica, mas também menos nutritiva (o que justifica o preço reduzido). O leite fermentado é obtido pela fermentação de diversas bactérias e possui maior quantidade de lactobacilos, auxiliando potencialmente na saúde do intestino e na imunidade.

 

A melhor opção, portanto, precisa ser adequada ao estado nutricional e objetivo de cada um, como por exemplo, a necessidade de obter um maior teor de cálcio ou a menor quantidade de gordura. Porém, vale para todos observar a quantidade de corantes, açúcares e caldas presentes nesses produtos, a fim de evitar consumir produtos menos saudáveis do que pensamos. 

Artigos . Luta contra gordura

30/01/2017

É uma dieta equilibrada a melhor maneira de perder peso? Com um calculo básico fica fácil entender por que a dieta faz mais diferença na perda total de peso que o exercício físico. O corpo perde massa quando gasta mais energia do que ingere. De toda a energia gasta por uma pessoa, 15% a 25% correspondem à atividade física. Uma dieta de 4.000 cal/dia (acima da recomendada para um adulto não-atleta) e gasta 2.500 cal. para estar vivo teria de queimar pelo menos 1500 cal. a mais com exercícios se quisesse emagrecer sem mexer na dieta.

Como os exercícios de alto gasto energético, são pesados demais para os obesos sedentários. A falta de preparo e as doenças associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão, poderiam prejudica-lo  muito antes dos benefícios serem alcançados. Então para perder peso, mais vale reduzir a ingesta calórica. Mas a importância do exercício físico  é ensinar o corpo a usar os combustíveis fornecidos pelos alimentos de forma mais eficiente. No sedentário, por exemplo, o metabolismo está acostumado a estocar em forma de gordura quase tudo que consome. Como o corpo do sedentário se mexe pouco e gasta pouca energia, as calorias contidas nos alimentos vão quase todas aumentar os estoques de gordura nas células adiposas. Já quando a pessoa começa a se exercitar, os músculos precisam de mais energia do que estavam acostumados, e o metabolismo é obrigado a se ajustar à nova necessidade. É neste momento que começam a surgir os benefícios. Um deles é a maior capacidade de transformar gordura armazenada em energia. No sedentário, durante a atividade física, o corpo usa quase somente açúcar (glicose) como combustível. Mas ele sozinho não serve para esforços de longa duração.                  A questão é qual exercício vai ter melhor resultado em cada pessoa. O tempo de esforço que cada um suporta depende do peso corporal, da quantidade de massa muscular, da capacidade de consumo de oxigênio e vários outros fatores.

O ideal é encontrar um nível de esforço que seja difícil e que se possa continuar por 20 a 30 minutos. Isso equivale a algo entre 60% e 70% da carga máxima que você aguenta, controlada pelos batimentos cardíacos.

Como o corpo condicionado fica mais capaz de realizar esforço, exercitar-se aquém dessa capacidade significa descansar. É preciso dificultar um pouco mais o exercício a cada vez. O organismo sempre necessita de novos estímulos, então não se acomode com o conforto.

Artigos . A cor da saúde!

16/10/2017

Conversei com a nutricionista Juliana Juchem Smaniotto sobre como as mulheres podem conduzir sua alimentação como profilaxia ou prevenção ao câncer de mama, já que estamos novamente no mês da campanha mundial de conscientização “Outubro Rosa”.

Entre os fatores de risco do câncer de mama estão relacionados o consumo de álcool, fumo, histórico na família, alimentação inadequada que combinada com o sedentarismo proporciona excesso de peso e obesidade. Por outro lado, alimentar-se de forma saudável e manter o peso adequado configuram fatores de proteção, ou seja, práticas que podem evitar esta doença.

Mas o que significa alimentar-se para ter saúde? Alimentar-se de forma saudável não significa apenas “salada”. Saudável envolve muito mais do que isso. Não significa comer um determinado tipo de alimento e condenar outro. Não está relacionado apenas com o peso e com o seu corpo.

Saudável é cuidar de si, é estar atento e reconhecer os estímulos que recebemos para comer, é dizer não aos modismos sobre dietas milagrosas nas redes sociais, é não deixar levar-se pela pressão por modelos e padrões de beleza que valorizam a magreza ou excesso de músculos. É entender a forma com a qual você se relaciona com a comida, as suas preferências, a sua rotina, o seu estado de espírito, os alimentos que você compra e prepara, aqueles que você não prepara, ou seja, existe uma enorme lista de tudo que está relacionado com a forma como nos alimentamos.

Excesso de alimentos industrializados, também denominados produtos alimentícios ultra processados, fast food, utilizar equipamentos eletrônicos durante a refeição, suplementação sem acompanhamento com nutricionista, são exemplos do desequilíbrio na alimentação.

Portanto, além de manter seus exames como prevenção e diagnóstico precoce de doenças como o câncer, é possível aumentar a proteção alimentando-se de forma harmoniosa. Procure um profissional nutricionista para receber orientação fundamentada na ciência e garantir segurança nos cuidados com a sua saúde. ( Juliana Juchem Smaniotto CRN2 11585 )

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