Artigos . Verdades sobre as dietas

23/09/2013

Vou abordar hoje parte de uma ampla pesquisa realizada por cientistas americanos e dinamarqueses que mostram quais são as estratégias que funcionam para o controle de peso. Este estudo divulgado mexeu profundamente com as convicções de pesquisadores, médicos e outros profissionais ligados ao combate da obesidade e a saúde. Realizado por pesquisadores de sete universidades, seis americanas e uma dinamarquesa, o trabalho definiu sete mitos, cinco dúvidas e seis verdades em relação a dietas. Hoje as verdades.

Genética: Mudanças de habito associado a fatores ambientais fazem com que haja a possibilidade de emagrecimento mesmo quando há predisposição genética do indivíduo.

Obesidade é uma condição crônica: Os estudos comprovam que é preciso manter por toda a vida os fatores que promovem o emagrecimento.

Programa familiar: O comprometimento da família e a melhor opção para combater a obesidade infantil. O que melhor apresentou resultado nestes casos é que intervenções feitas pelos pais dentro de casa consolidam a educação alimentar.

Dieta prévia: A pesquisa mostrou que prover para o paciente refeições prontas, preparadas respeitando suas necessidades individuais, funciona mais que fornecer a ele orientações baseadas em conceitos de equilíbrio, variações de nutrientes e moderação no consumo.

Medicações: O preconceito de leigos foi quebrado e que alguns remédios ajudam na perda e posterior manutenção do peso enquanto são usados, com seguras comprovações científicas a respeito da eficácia de determinadas medicações, sempre sob orientação médica.

Cirurgia Bariátrica: Leva a um emagrecimento seguro e duradouro, tal procedimento quando bem indicado resulta em ganho de saúde e em muitos casos podendo até salvar vidas.

Dessa maneira, este estudo derrubou conceitos adotados até hoje, colocou sob suspeita outros tantos também defendidos por muita gente e, principalmente, destruiu idéias nas quais todos, inclusive especialistas, acreditavam, mas que, segundo os autores do trabalho, estão equivocadas.

 

Na próxima coluna abordarei os “MITOS”, nas quais os cientistas afirmam não ser verdade a respeito da obesidade. E onde se encontram os maiores problemas para a saúde.

Artigos . Sono e obesidade

20/10/2014

Um dos males que mais afeta a humanidade hoje pode ter outra causa. E esta pode ser algo que nem imaginamos. Para muitas pessoas a obesidade está associada à má alimentação e sedentarismo. Entretanto, o que muitas não sabem é que ela pode estar relacionada diretamente com uma noite mal dormida. Pessoas que tem o hábito de dormir pouco tem muito mais chances de sofrer com a obesidade no futuro.

Este argumento foi apresentado em um novo estudo na Universidade de Washington que apontou que se um indivíduo dorme menos do que sete horas, os traços genéticos são afetados e o organismo passa a ficar mais propenso ao aumento de peso.

Para os responsáveis pelo estudo, as alterações nos hormônios podem contribuir para o aumento do apetite. Os níveis de hormônios como grelina, responsável por controlar a fome sobem e os de leptina que atuam no apetite e no gasto de energia tende a diminuir durante a privação de sono. Se o indivíduo não mantiver uma alimentação adequada ele pode ganhar peso com muito mais facilidade se o sono for pouco. Se o indivíduo tem dificuldades em dormir também apresenta mais fadiga, pouca disposição e não pratica atividade física. Isto vira um ciclo vicioso que só aumenta no caso do obeso, já que ele apresenta uma dificuldade maior para dormir devido à dispneia do sono (problemas para respirar). Com o sono alterado a tendência é comer mais, sendo quase impossível se livrar desse ciclo sozinho.

As noites mal dormidas só contribuem para o surgimento de outras doenças como diabetes, hipertensão e aumento do índice de massa corporal (IMC).  O importante é manter hábitos saudáveis que favorecem a redução do peso e ajuda a manter a disposição

 

É comprovado que o sono interfere sim na obesidade, então procure ajuda de profissionais para conseguir lidar com as questões psicológicas e físicas. Lembre-se que dormir bem é uma questão de saúde. Assim como a prática de atividade física, uma dieta equilibrada fará muita diferença para um sono mais saudável e reparador.

Artigos . Durante a noite

11/09/2017

Algumas pessoas que trabalham a noite me perguntam a algum tempo sobre não conseguir emagrecer, e reportam terem mais fome e não se satisfazer neste período. Uma pesquisa realizada por cientistas brasileiros sugere que trabalhadores noturnos apresentam alterações em funções hormonais, e ai pode estar a resposta. E estas disfunções podem deixá-los predispostos a comer mais, ganhar peso e desenvolver síndrome metabólica, além de fatores de risco cardiovascular que inclui hiperglicemia, hipertensão arterial e obesidade.

O estudo mostrou que não são as mudanças comportamentais e sim as alterações em funções hormonais estomacais que regulam a saciação, a sensação esta de estar satisfeito após uma refeição. Segundo os pesquisadores da Universidade de Campinas, até agora, os estudos não haviam desvendado se esse aumento ocorria devido ao estresse causado pela quebra do ritmo biológico ocasionada pela vigília no período da noite ou por um fator de ordem puramente comportamental. Então, os cientistas buscaram saber como se comportam os hormônios gastrointestinais que controlam a fome e a saciação.  Esta pesquisa mostrou que existe uma alteração nos níveis de leptina, um hormônio relacionado ao grau de adiposidade nos trabalhadores noturnos. Os que trabalhavam à noite, os padrões hormonais se apresentavam semelhantes aos trabalhadores diurnos. Mas foi identificado uma alteração na produção do hormônio da fome (grelina) entre os noturnos. Normalmente após a refeição a produção desta substancia cai abaixo dos níveis basais. Já entre os que trabalham a noite, não houve diminuição dela depois da alimentação. Outra diferença que foi observada ocorreu em relação à xenina. Esse hormônio normalmente aumenta após a refeição, contribuindo para a saciação. Mas não houve este incremento entre os noturnos.

Quando se fala em tratamento da obesidade, precisamos levar em conta que as condições das pessoas são muito diferentes e uma abordagem terapêutica única pode ser ineficiente. Agora é sabido que para trabalhadores noturnos seria preciso ter terapias focadas nesses mecanismos subjacentes, como por exemplo, drogas que regulem a produção destes hormônios.

Artigos . Durante a noite

11/09/2017

Algumas pessoas que trabalham a noite me perguntam a algum tempo sobre não conseguir emagrecer, e reportam terem mais fome e não se satisfazer neste período. Uma pesquisa realizada por cientistas brasileiros sugere que trabalhadores noturnos apresentam alterações em funções hormonais, e ai pode estar a resposta. E estas disfunções podem deixá-los predispostos a comer mais, ganhar peso e desenvolver síndrome metabólica, além de fatores de risco cardiovascular que inclui hiperglicemia, hipertensão arterial e obesidade.

O estudo mostrou que não são as mudanças comportamentais e sim as alterações em funções hormonais estomacais que regulam a saciação, a sensação esta de estar satisfeito após uma refeição. Segundo os pesquisadores da Universidade de Campinas, até agora, os estudos não haviam desvendado se esse aumento ocorria devido ao estresse causado pela quebra do ritmo biológico ocasionada pela vigília no período da noite ou por um fator de ordem puramente comportamental. Então, os cientistas buscaram saber como se comportam os hormônios gastrointestinais que controlam a fome e a saciação.  Esta pesquisa mostrou que existe uma alteração nos níveis de leptina, um hormônio relacionado ao grau de adiposidade nos trabalhadores noturnos. Os que trabalhavam à noite, os padrões hormonais se apresentavam semelhantes aos trabalhadores diurnos. Mas foi identificado uma alteração na produção do hormônio da fome (grelina) entre os noturnos. Normalmente após a refeição a produção desta substancia cai abaixo dos níveis basais. Já entre os que trabalham a noite, não houve diminuição dela depois da alimentação. Outra diferença que foi observada ocorreu em relação à xenina. Esse hormônio normalmente aumenta após a refeição, contribuindo para a saciação. Mas não houve este incremento entre os noturnos.

Quando se fala em tratamento da obesidade, precisamos levar em conta que as condições das pessoas são muito diferentes e uma abordagem terapêutica única pode ser ineficiente. Agora é sabido que para trabalhadores noturnos seria preciso ter terapias focadas nesses mecanismos subjacentes, como por exemplo, drogas que regulem a produção destes hormônios.

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