Artigos . Estresse infantil

12/08/2013

A correia do dia a dia nos deixa em algumas situações extremamente desconfortáveis, irritados, com dor de cabeça e até dores pelo corpo, em muitas ocasiões esta é uma resposta do nosso organismo ao estresse ao qual impusemos a ele ou que somos submetidos, mas esta situação não é privilégio somente dos adultos.

Além de ser um problema sério de gente grande o estresse também afeta crianças e até bebês. Na verdade, podemos sofrer estresse já dentro do útero. O organismo de uma gestante exposta a eventos estressantes produz determinadas substâncias que afetam o cérebro do feto e modificam sua estrutura, influenciando o seu neurodesenvolvimento.

Um estudo do recente mostrou que 32% das crianças brasileiras sofrem com o problema. Assim como na vida adulta, na infância os agentes estressores são igualmente diversos. Não existe uma única causa. Alguns exemplos incluem abusos e negligência (como passar fome ou frio), afastamento prolongado dos pais, cobranças excessivas, sobrecarga de atividades, bullying, conflitos na família, traumas, perda de pessoas queridas e outros.

Detalhes que passam despercebidos pelos adultos podem ser fatores relevantes neste caso, como por exemplo: um cotidiano repleto de atividades também pode ser estressante. Uma criança ou adolescente sobrecarregado, sem tempo para brincar ou dormir, pode sofrer com este mal.

 A psiquiatria divide os eventos estressores entre estresse agudo e estresse crônico. O primeiro ocorre apenas ocasionalmente, mas costumam ser de grande intensidade. O segundo, que são estressores de menor magnitude, são quase cotidianos. A morte de alguém próximo ou ser vítima de um assalto seriam então eventos agudos, enquanto o bullying e a sobrecarga de atividades são geralmente estresses crônicos.

É muito importante estar atento as mudanças no comportamento da criança, pois ai pode estar a resposta. Não há uma forma única de reagir ao estresse. Muitas reagem internalizando o problema (ficando deprimida, ansiosa, inibida) ou o externalizando (ficando irritada, agitada, birrenta, agressiva).

                A partir da detecção do estresse é preciso reverter o quadro. Como: no caso de um cotidiano sobrecarregado, a diminuição das atividades pode resolver. Mas há casos mais graves que pode ser preciso a ajuda especializada de psicólogos e psiquiatras.

                Devemos em quanto responsáveis por estas crianças estar atentos, pois os reflexos no futuro podem ser determinantes, podendo afetar a estrutura e a função de certos órgãos para a vida toda. O impacto não é somente psicológico, tornando adolescentes e adultos mais sensíveis a estresse e a transtornos mentais e também físicos.

 

 

Artigos . 21 minutos contra a depressão

04/08/2014

Cientistas já mostraram que tristeza é diferente de depressão. Mas que para ambos os casos exercitar-se é um ótimo remédio. Uma pesquisa publicada pela Universidade Southern Methodist, de Dallas, conseguiu identificar a quantidade diária necessária de exercício físico capaz de proteger nosso organismo contra a depressão.

Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, Jasper Smiths, a prática de exercícios parece atuar em neurotransmissores específicos do cérebro como os antidepressivos, ajudando pessoas a restabelecer comportamentos positivos. A liberação destas substâncias (serotonina e dopamina) em maior quantidade resulta em um efeito protetor contra a dor e também em mais felicidade.

A atividade física neste caso é o que menos importa, o importante é encontrar uma que seja prazerosa e que possa ser mantida por um longo prazo e não somente até que os sintomas sejam reduzidos. Os exercícios físicos também têm um cunho social, uma vez que induz a uma interação do paciente com outras pessoas, outros locais e também os afastando da solidão. Como exercícios mais indicados os especialistas recomendam os aeróbicos, mesmo sendo estes sete minutos inferiores ao preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para quem quer sair do sedentarismo. Manter-se ativo é importante não somente pelo lado psicológico, mas para prevenir problemas como hipertensão, diabetes e dores na coluna.

Com cerca de 5% da população mundial referindo ao menos um episódio de depressão anualmente, a doença psiquiátrica aumenta ainda o risco de infarto, sendo assim o paciente deprimido eleva ainda mais esta possibilidade, por que sofre alterações neuroendócrinas e imunológicas graves.

Em 21 minutos podemos caminhar. Liberando dopamina e serotonina durante a atividade. É ideal para quem quer começar, podendo ser praticada pela grande maioria da população em qualquer lugar, sem implicar custos. A partir daí correr fica mais fácil, também sendo um ótimo exercício, mas exige um mais de força de vontade e perseverança. Também demanda um pouco mais de condicionamento físico do que uma simples caminhada.

Para quem puder ir um pouco mais longe a bicicleta é um ótimo exercício aeróbico. E pedalar ainda tem ganhos extras: é mais dinâmico e passear ao ar livre traz maior sensação de bem-estar. E por fim a musculação. Os exercícios de força geram bem-estar e modelam o corpo deixando-o mais firme, melhorando muito a autoestima de quem luta contra esta doença silenciosa.

 

© FITNESS CLUB
Login
Horário de Atendimento Segunda à Quinta Das 7hs às 21:30hs Sexta Das 7hs às 21:00hs Sabado Das 9hs às 12:00hs
Onde estamos
Av. Independência, 700 sala 108, Campo Bom/RS

(51) 3597-4510