Artigos . Aliados contra a dor

01/07/2013

Para todos os níveis de praticantes, desde aquele que se movimentam apenas para manter a forma física até o esportista de alto rendimento, todos devem ter como padrão de treinamento períodos de controle, os quais norteiam seus objetivos e regulam as intensidades dos estímulos, mas em alguns momentos o corpo reage com aquela dor desconfortável que nos dias que se seguem a vontade é de não fazer nada.

Mas perder o ritmo agora pode resultar em uma queda de rendimento e a superação daquela marca pode não vir. Porém, mais um treino intenso como este pode forçar demais os músculos e deixá-lo suscetível às lesões, colocando a perder toda uma programação. Como existem variáveis que por mais estudadas anteriormente muitas vezes fogem ao controle tanto do atleta como do técnico e que fazem surgir tais dores. Então conseguir conciliar treinos fortes com sessões mais moderadas é um dos grandes segredos para ter uma vida atlética saudável. Periodizar o treino é de suma importância e logo após a um treino mais pesado sugere–se seguir-se com uma sessão regenerativa.

Como após aos exercícios físicos as fibras musculares sofrem microlesões e ao contrário do que parece continuar se exercitando ajuda na recuperação dos músculos. Porém, em alguns casos, um dia de descanso pode ser considerado como uma sessão regenerativa. E isto serve muito para atletas amadores, pois o poder de recuperação e de suportar a dor não é tão alto quando aos de atletas profissionais. Outra maneira eficiente de acelerar a recuperação do corpo e poupar as articulações e ossos dos impactos gerados pela corrida e procurar praticar outros esportes que gerem baixo impacto, como a natação e o ciclismo e sempre tendo em mente intensidade baixas, até mesmo quando se usa a própria corrida como recuperação.

                A função do treino regenerativo é de aumentar o aporte sanguíneo nos músculos, fazendo assim com que mais oxigênio e nutrientes sejam levados até as áreas requisitadas para a execução dos exercícios físicos, com mais oxigênio e nutrientes nas regiões com microlesões, acontece assim uma cicatrização mais rápida. Podemos citar ainda dois processos muito importantes na hora da recuperação muscular, são eles: porções de carboidrato e proteína logo após o exercício físico, isso ajuda consideravelmente a recuperação muscular. E, compressas de gelo também influenciam positivamente. Com uma bolsa de gelo, deve-se massagear a área por cerca de 20 minutos. Essa massagem deve ser dinâmica e nunca estática.

 

                Com esses pequenos detalhes no treinamento e estes poucos cuidados como a nutrição e o pós-treino, muitas dores ficaram diminuídas.

Artigos . Memória Muscular

17/06/2013
Memória Muscular

Um novo estudo vem a comprovar o que já se falava há muito tempo, mas apenas empiricamente. Este experimento realizado com camundongos mostra que o corpo lembra-se do período em que realizava exercícios intensos. O que facilitaria em muito a recuperação da forma física no futuro.

A origem dessa recuperação mais rápida da forma física está nos miócitos, células longas, contráteis e salpicadas de núcleos, as quais formam os músculos. Após intensos exercícios físicos, novos núcleos são adicionados às fibras musculares existentes. Esses núcleos estimulam a produção de proteínas, o que aumenta o volume do músculo. Com o desuso, porém os músculos acabam atrofiando. O que se pensava é que a perda de massa muscular estava ligada à queda no número de núcleos em miócitos ou à morte dessas células. Mas cientistas da Universidade de Oslo, na Noruega, descobriram que a quantidade de núcleos permanece praticamente inalterada após um longo período de desuso. O que acontece é a redução da massa muscular por alterações no volume do miócito, não por morte das células.

Mas no universo de moldar o corpo através de exercícios físicos, muitos outros fatores são influenciadores dos resultados. Entre eles; herança genética, continuidade na prática esportiva, estímulos corretos, e alimentação também são muito importantes. Mas hoje se sabe que a recuperação desse tecido é mais rápida em quem apresenta um histórico de atividade muscular intensa, facilitando assim a recuperação da forma física mais rapidamente. Para tal, os cientistas verificaram que os núcleos dos miócitos ficam à espera de um retorno da rotina física. Quando isso acontece, já existe presente nesses uma informação anterior devida à rotina física pré-existente. Portanto, as células musculares encontram uma maior facilidade de retorno à atividade muscular intensa. Sendo assim, os resultados visíveis também são mais rápidos e para este processo da-se a denominação de “memória muscular”.

 

                Ainda uma confirmação científica citada nesta pesquisa é que, os indivíduos praticantes de exercícios físicos na juventude possuem maior memória muscular do que aqueles que iniciam uma prática esportiva na fase adulta. Tal acontecimento deve-se ao fato de ser a juventude a fase de maior desenvolvimento muscular do indivíduo, devido a vários fatores, um deles muito importante que é a grande quantidade de hormônios liberados pelo corpo nesta fase da vida. 

Artigos . Hora de perder peso

19/08/2013

O inverno deste ano está tão rigoroso que nevou em regiões que não registravam este fenômeno a dezenas de anos, foram registradas também temperaturas negativas por vários dias. Então, acordar pela manhã, pensar em atividade física, provavelmente parece loucura e principalmente ao ar livre. Mas nesta situação é que podemos tirar grande proveito e potencializar a redução dos estoques de gordura.

Uma Pesquisa do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs), órgão ligado à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, aponta que praticar exercícios físicos durante o inverno aumenta em até 30% a queima de calorias. Nas baixas temperaturas, o metabolismo pode aumentar em até cinco vezes seu ritmo para manter normal a temperatura do corpo. E é nesta situação que temos que aproveitar para tirar proveito e reduzir medidas. E ainda, o estudo afirma que são necessárias pelo menos 3 sessões semanais de exercícios físicos para se obter resultados neste sentido.

Com uma tendência natural de diminuir a prática de exercícios físicos conforme a temperatura diminui e se acomodar em casa e em programas gastronômicos, porém não podemos esquecer que nos meses mais frios também temos tendência a consumir alimentos mais calóricos, o que facilita e muito o ganho de peso. Para manter o ritmo e não ter que correr atrás do prejuízo quando o verão chegar é importante vencer a preguiça e manter um programa anual de treinamento, não somente com fins estéticos, mas sempre pensando na saúde.

 

Como não existem exercícios específicos para cada estação do ano, mas sim variações e no inverno é comum as pessoas ficarem com dificuldade de sair para se exercitar ao ar livre, o que pode ser feito é uma adequação para que os eles não deixem de serem feitos. Para tal é importante que existam outros estímulos, como as atividades culturais, que ajudam também a manter a frequência da prática de exercícios e se fuja dos objetivos. Vale lembrar que, a prática regular de exercícios físicos aumenta sua imunidade, o que é muito importante neste período em que estamos mais suscetíveis a ter algum tipo de doença respiratória e pulmonar.

Artigos . O corpo como um todo

07/10/2013

Quando começamos um programa de exercícios físicos, temos alguns motivos para que isso aconteça. Algo nos leva a buscar uma academia, um clube, um grupo de corrida, em fim, motivos existem.Mas nem sempre são claro e no decorrer do caminho cabe a quem está responsávelpor esta pessoa mostrar-lhes a importância dos exercícios com um todo.

Sendo por motivos estéticos ou por saúde é sempre importante termos com consciência que nosso corpo não são partes separadas, que não podemos simplesmente compartimentá-lo.  Nosso organismo é sistêmico e que assim devemos pensar para alcançar os objetivos traçados.

Cada qualidade física trabalhada pode ser potencializada com os mecanismos que temos a disposição. Para isso, devemos saber que, a corrida, a musculação, o Pilates ou qualquer outro métodode treinamento são ferramentas que temos a disposição. Cabe a nós e principalmente ao professor ou treinador usá-las da forma mais efetiva possível.E na maioria dos casos a combinação destas ferramentas é que vai potencializar nossos ganhos e acelerar o alcance dos nossos objetivos.

Exemplos básicos, como: a musculação hoje é conhecida pela maioria das pessoas como uma forma de aumento da massa muscular, mas seu uso é comprovadamente eficaz na diminuição da massa corporal de gordura. Que a combinação de exercícios aeróbicos com exercícios contra resistência, além de aumentar a capacidade do volume cardíaco aumenta também à força do músculo do coração e isto é fundamental para cardiopatas.Exercícios intensos e de curta duração de musculação são fundamentais para o controle de diabetes tipo 2. Uma pesquisa realizada por especialistas dos departamentos de fisioterapia e endocrinologia do Hospital Geral de Cingapuramostrou que ambos os tipos de exercícios (musculação e aeróbico) promoveram impacto positivo na saúde e que se correlacionou com melhora no controle do diabetes. Entretanto, o grupo que realizou a musculação por oito semanas apresentou resultados positivos em mais aspectos da qualidade de vida,incluindo melhores resultados na avaliação psicológica, supostamente porque o treino seria considerado menos monótono; porque a musculação auxiliaria na realização de outras atividades do cotidiano; e porque seria uma novidade paraos pacientes.

Isto nos mostra que o objetivo principal deste grupo de pessoas era o controle do diabetes, mas que muitos outros fatores foram também melhorados, que nosso organismo se beneficia como um todo quando fazemos exercícios físicos.

Artigos . Games para manter a forma

14/10/2013

Com a introdução dos controles com sensor de movimento e outros acessórios, os jogos de exercício físico se popularizaram. Esses games ajudam a perder peso de uma forma divertida.

Um estudo realizado com famílias no Canadá revelou a popularidade dos Games que simulam movimentos de esportes e danças. Tais jogos exigem uma movimentação maior do seu jogador, diferentemente dos games do passado, eles ajudam os adolescentes a atingir níveis semanais recomendados de atividade física, segundo este estudo da Universidade de Montreal. Os adolescentes que jogam esses games são, na sua maioria, garotas que estão preocupadas com o seu peso. Em média, elas jogam por duas sessões de 50 minutos por semana, segundo Jennifer O'Loughlin, responsável pelo estudo. A pesquisadora afirma que menos de 15% das crianças e adolescentes participam regularmente de atividades físicas no Canadá. Como uma forma de fugir do preconceito as meninas jogam mais games que exigem uma maior movimentação, pois se sentem desconfortáveis em fazer exercícios físicos na escola, sendo assim os games podem ser uma alternativa revelou a pesquisa.

Mas como tudo que tem relação com nosso corpo, os exercícios físicos praticados com videogames também requerem alguns cuidados. Segundo o médico Mário Guarnieri, ortopedista especialista em cirurgia de mãos do Hospital Albert Einstein, o fato de a pessoa se concentrar durante muito tempo no game pode tornar-se um grande problema. Falta de preparo físico e o excesso de movimentos com as mãos e o corpo provocam lesões e dores musculares nos praticantes mais assíduos.

A tendinite (inflamação nos tendões) é causada tanto pelos movimentos repetitivos do jogo como pelo excesso de vezes que se aperta o botão do controle. Com isso as crianças estão manifestando alguns tipos de inflamação incomuns para essa idade, como a no tendão que dobra a ponta do polegar.

Para os adultos que, às vezes, exageram mais que as crianças, o excesso da prática pode ser ainda mais prejudicial. Isso porque as crianças são menos suscetíveis às lesões do que eles, já que possuem maior elasticidade nos tecidos e suportam melhor os impactos.

Os games que simulam esportes como: boxe e tênis envolvem essencialmente os membros superiores e outros que imitam atividades como corrida e ioga trabalham com menor intensidade os braços e concentra os movimentos nas pernas.

 

Contudo, temos que ter ciência de que os Videogames “ainda” não substituem os jogos convencionais, mas são um grande aliado na hora de mexer o corpo.

Artigos . Os limites do homem

21/10/2013

Quando comecei a estudar o corpo humano, tinha algo que me fascinava muito, algo que despertava em mim muita curiosidade. Com o passar do tempo e muito mais horas de estudo via que muitas daquelas perguntas nunca seriam completamente respondidas, mas o fascínio continuava. E uma delas me deixa mais intrigado ainda quando vejo feitos como o do paraquedista Felix Baumgartner, do mergulhador Herbert Nitsch ou o ultramaratonista Dean Karnazes.  – Quais os limites físicos do Ser humano?

Felix Baumgartner bateu todos os recordes em um salto inimaginável de paraquedas; a maior altitude já alcançada por qualquer humano em um balão; o salto em queda livre mais alto; e a maior velocidade sem qualquer tipo de propulsão mecânica. Simplesmente ele saltou da estratosfera, um salto espacial. Ele caiu de uma altitude de 38 km de altura e chegou à velocidade de 1.358 km/h, o que representa 1,25x a velocidade do som. O que aconteceria com seu organismo foi exaustivamente estudado dentro de laboratórios que simulavam a situação real na qual Felix iria enfrentar, mas certeza absoluta da reação do seu organismo no momento em que alcançasse a velocidade do som isso era uma incógnita. Mas os dados científicos relatados tempos depois demonstrou a capacidade de um ser humano extremamente bem treinado e equipado de suportar uma velocidade supersônica.

E o que dizer de um corredor que completa 50 maratonas em 50 dias. Já previamente comentei os feitos do americano e ultramaratonista Dean Karnazes, sua capacidade de suportar e metabolizar substâncias no corpo que levaria a maioria de nós para o hospital é incrível, ele percorreu no total mais de dois mil quilômetros, queimou 160 mil calorias, - O que faz ele conseguir estes feitos? – Onde está seu limite?

Herbert Nitsch! Ele é capaz de mergulhar por mais de nove minutos sem respirar e já obteve 22 recordes reconhecidos pela Associação Internacional de Freediving (AIDA), órgão que controla o esporte. Nitsch quebrou o seu próprio recorde na categoria “sem limite” na qual é permitido aos mergulhadores o uso de um lastro para ajudá-los a descer mais rápido. Ele alcançou a profundidade de 214 metros, de acordo com dados da AIDA. Para se ter uma idéia da magnitude de tal feito, imagine afundar na água um arranha-céu de 58 andares e depois descer nadando do teto até o térreo.

Ser humanos como; Felix, Dean e Herbert nos mostram que a capacidade física do homem parece não ter limite. Quanto mais observo estes feitos mais encantado fico com esta máquina e onde esta o limite para ela?

 

 

Artigos . Dor no nervo ciático e hérnia de disco

18/11/2013

Ouço diariamente pessoas referindo: - Que dor no nervo ciático! - Como isto incomoda! Mas em muitos casos a causa está em outro lugar. Sendo o maior nervo do corpo humano e o principal nervo dos membros inferiores, o ciático é formado pelo plexo lombar e pelos nervos que saem da quarta vértebra lombar até a terceira vértebra sacral. É ele que controla as articulações do quadril, joelho, tornozelo e também os músculos posteriores da coxa e os músculos da perna e do pé.

        Essa dor pode acometer homens e mulheres e vários fatores são os causadores, como: o envelhecimento, obesidade e o sedentarismo podem levar, a longo prazo, ao desgaste das estruturas da coluna vertebral. Assim a dor ciática é provocada pela inflamação do nervo ciático ou pela pressão da coluna sobre ele. Como sintomas, ela tem início na região inferior da coluna, irradia-se para um dos glúteos e prolonga-se pela parte profunda da coxa e/ou superficial da perna até o pé. E em alguns casos ainda pode haver formigamento, parestesias (baixa sensibilidade) ou fraqueza nos músculos da perna afetada, levando em alguns casos até a incontinência urinária. E atingindo cerca de 15% da população.

Estas lesões atingem tanto esportistas quanto pessoas comuns, por quê? No esporte do alto rendimento as sobrecargas de exercícios, além de erros do gesto esportivo, aumentam os riscos de comprometimento discal e a formação das hérnias, já nos outros, os problemas posturais, inatividade, doenças inflamatórias, repetição no trabalho, fumo, idade avançada, entre outras, são causas comuns, além de fatores hereditários. Mas em menos de 10% dos casos há necessidade de intervenção cirúrgica.

Para um tratamento surtir efeito, o diagnóstico preciso é fundamental. O primeiro passo é a diminuição da dor por meio da utilização de analgésicos, antiinflamatórios ou até medicações mais fortes à base de corticóides e morfina. Saindo da fase aguda de dor os especialistas recomendam condutas de fisioterapia, variando as técnicas conforme diagnóstico prévio.

 

         O mais importante é prevenir as dores lombares através da prática de exercícios físicos para fortalecer a musculatura da coluna.  Tais exercícios de estabilização vertebral são necessários e podem ser realizados numa atividade de musculação orientada, Pilates, Ioga ou com treinamento funcional, onde são trabalhados músculos profundos do abdômen e eretores da espinha.

Artigos . Gelo ou calor?

25/11/2013

Muitos atletas e esportistas amadores na tentativa de melhorar o próprio desempenho acabam por exceder sua capacidade levando seu corpo a esforços acima do normal e, consequentemente, interromperem a atividade física por conta de uma lesão. Neste momento é melhor usar gelo ou bolsa de água quente?

      Existe muita confusão sobre quando usar gelo e quando usar calor para tratar lesões. Crioterapia e Termoterapia respectivamente são tratamentos que valem à pena e são baratos, com riscos mínimos. Como base tomamos a idéia que o gelo é usado para os ferimentos, traumas e lesões agudas, já o calor é para contraturas e, eventualmente, lesões crônicas.

       A crioterapia ou o tratamento com gelo é utilizado para lesões agudas e pós-provas ou exercícios, com a função de uma vasoconstricção nos tecidos danificados ou solicitados em excesso que estão inflamados, vermelhos, quentes e inchados. O processo inflamatório é um processo saudável, normal, natural, mas, quando ocorre em grande quantidade, pode ser incrivelmente doloroso. Já o calor tem como função tratar lesões crônicas por fazer uma vasodilatação e sendo usado principalmente para os músculos, com o intuito de aliviar a dor de espasmos musculares, pontos de gatilho e o estresse psicológico, que em muitas vezes é um fator importante nos problemas de dor. O cuidado maior no uso do calor é que ele pode piorar um processo inflamatório, e o gelo aumentar os espasmos musculares. Um exemplo clássico é aquecer um joelho recém-ferido, pois a circulação será aumentada e mais sangue chegará ao local, gerando mais dor devido ao volume e células inflamatórias que ali estarão em grande quantidade, aumentando assim o processo inflamatório. Outro detalhe a ser cuidado é o uso prologando que pode causar algum dano, mesmo que leve quando exceder o período indicado. No caso de lesão, o mais indicado é que o atleta fique em repouso e coloque a bolsa de água quente no local somente depois que a fase aguda passar, o que pode levar alguns dias em certos casos. O primeiro procedimento a ser tomado é, assim que sentir o desconforto ou dor intensa é parar imediatamente a prática do exercício físico. Continuar a estimular a musculatura pode fazer com que uma microlesão se transforme em um grande trauma e o tempo de recuperação passe de alguns dias para meses.

        Em caso de lesões graves, deve-se buscar imediatamente um pronto atendimento para que um especialista possa analisar o grau do trauma. O uso do gelo e calor em casos mais graves será especificado para cada situação e pelo médico.

Artigos . Envelhecimento saudável

02/12/2013

  Inevitavelmente os anos passam e passam mais rápido do que se pode aproveitá-los ou na percepção temporal que gostaríamos. A vida atribulada e os inúmeros compromissos fazem de nós meros reféns do tempo e é ele quem manda em nossas vidas. Com isso não damos o devido valor para pequenas atitudes que podem mudar a qualidade de vida quando mais velhos.

     Com o passar do tempo é possível perceber mudanças no nosso corpo, nas funções fisiológicas e na força física dele. Com isso, inúmeros idosos acabam por modificar a rotina e a alimentação por se sentirem menos dispostos e pela alteração no paladar.  Estudos comprovam que depois dos 65 anos há tendência a reduzir drasticamente a massa muscular corporal, e consequentemente aparecem problemas no aparelho locomotor no equilíbrio e uma grande propensão ao surgimento de doenças cardiovasculares, osteoporose, entre outras. Esse conjunto de fatores leva o idoso a diminuir a prática de atividades físicas. No entanto, nesta faixa etária, atividades de lazer, como jardinagem e caminhada; tarefas domésticas e locomoção já podem ser consideradas exercícios físicos. Ou ainda 120 minutos de exercícios aeróbicos como caminhadas, por exemplo, e três treinos de força muscular por semana, já melhora o equilíbrio, fortalece os músculos e auxilia na mobilidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde a combinação de atividades aeróbias e anaeróbias de intensidade moderada e respeitando os limites de cada pessoa trazem todos esses benefícios.

Nunca esquecendo que a ingestão de proteínas é essencial para o organismo devido a importância dos aminoácidos nas funções metabólicas, imunológicas e hormonais. Assim, o aporte protéico deve acontecer em quantidade suficiente para ajudar na diminuição da perda muscular decorrente da idade. Enquanto para adultos saudáveis é recomendado o consumo de 0,8g de proteína/ kg de peso corporal por dia, para idosos esse valor vai para 1,0g de proteína/ kg de peso corporal por dia. Outras fontes alimentares importantes são: os carboidratos e as gorduras que também precisam estar em níveis adequados para garantir a boa nutrição desse público. Também é necessário lembrar as vitaminas e minerais, provenientes principalmente de verduras, legumes e frutas, que complementam uma alimentação saudável.

Entendendo a individualidade de cada um, e respeitando seus limites para os exercícios físicos, assim como a escolha correta da alimentação, com certeza há uma melhora na disposição e na saúde para a realização das atividades diárias nesta população, que é a que mais cresce no Brasil.

Artigos . Cuidados com a corrida no calor

20/01/2014

  O clima de verão sempre é fator estimulante para se praticar exercícios físicos ao ar livre, mas as altas temperaturas desta época do ano requerem cuidados pontuais para que possamos aproveitar por completo a estação sem causar danos à saúde.

Para a pratica ao ar livre é preciso saber se proteger do calor. Caso contrário, vários problemas podem colocar seu exercício e sua saúde em risco: hipertermia, moleza, desidratação, cãibras até mesmo desmaios. Para corredores é essencial se preocupar com o horário da corrida ao ar livre, priorizar tecidos leves e manter o corpo sempre hidratado, pois não se percebe algumas alterações fisiológicas importantes durante a corrida.

       Para evitar a hipertermia é muito importante praticar exercícios em horários em que o sol esteja mais ameno, utilizar roupas que facilitem a transpiração e não se esquecer de beber água, pois as consequências quando o corpo atinge uma temperatura muito alta é o mal funcionamento de muitos órgãos e o próprio metabolismo. E partir de 41 graus, começa os riscos graves à saúde, incluindo desmaios e perda de consciência, além de sangramento nasal.

Com a redução de líquidos no corpo, o sangue fica mais espesso, a pressão arterial cai e rins, fígado e coração passam a ter o funcionamento prejudicado. Em estágios mais severos, ocorre perda de coordenação, confusão mental e até a morte, isto tudo apenas pela falta de uma hidratação correta. Ao termino da corrida, beba água ou suco de frutas na primeira hora para repor carboidratos e líquidos perdidos.

      Durante a corrida, as altas temperaturas do verão podem levar à perda de água e à queda no nível de sódio do corpo a níveis comprometedores. Como resultado, há o aumento de contrações espontâneas dos músculos, ou seja, as cãibras, para evitar isto, alguns cuidados básicos podem ser usados, como: Alongar e aquecer a musculatura antes de iniciar a atividade física; Hidratar-se antes, durante e após a atividade física; Beber isotônicos em intervalos durante corridas longas; Ingerir carboidratos nas refeições, evitando o uso de proteína muscular como forma de energia.

        Os cuidados com a pele também é fundamental. O maior órgão do corpo humano sofre com a exposição ao sol e isto deve ser controlado com protetores solares e roupas com proteção UV no tecido. O uso de óculos escuros é muito mais do que uma questão estética. Eles absorvem e refletem os raios solares durante a prática de esportes e ajudam a prevenir doenças oculares. Com todos estes cuidados o restante é a curtição da corrida.

 

Artigos . Novidades de verão

03/02/2014

Opções são o que não faltam para quem quer praticar alguma atividade física pela areia e pelo mar neste verão. Da caminhada básica ao kit surf, do stand-up paddle ao beach tennis e ainda para os mais radicais; vôo livre. Tudo isso faz do verão a estação certa para mexer o corpo e não perder todo o esforço do ano inteira na academia.

O poeta já dizia que a praia é o local mais democrático que existe e em se tratando de esporte também.  As opções são inúmeras e para todas as idades, sem preconceito de cor ou gênero, nada de classe social na hora de jogar aquele futebolzinho. Mas exercitar-se ao ar livre requer alguns cuidados específicos, que vão além dos exames de check-up que são fundamentais para quem esta começando a se exercitar. Regra básica no calor é sempre bom usar roupas leves, claras e com tecido próprio para a transpiração. Também evite atividades entre 10 e 16 horas e use filtro solar, boné e óculos escuros. Outra recomendação é manter-se hidratado durante a atividade. Se o exercício passar de uma hora, aí opte por algum isotônico para repor substâncias específicas para o perfeito funcionamento do organismo.

Hoje já podemos encontrar em algumas praias locais que fazem locação de material esportivo e colocam instrutores para ensinar como praticar os esportes de verão. Mas, quem quiser gastar pouco ou quase nada, também tem boas opções ao longo da areia. Caminhando entre verde e o azul do mar podemos ver linhas coloridas atadas aos coqueiros que são utilizadas por praticantes do equilíbrio. É o Slack Line. Uma das grandes febres deste verão. Bastam duas árvores e uma fita especial que a força da gravidade é posta a prova. Para os iniciantes dois passos são uma vitória, mas para os especialistas voar é o limite.

Simples assim: uma prancha, um remo e a natureza. Basta remar em pé em cima de um pranchão que você já está praticando o stand up paddle, também conhecido como SUP. Mas é só isso mesmo? Tão simples assim? Quem pratica o SUP sabe que ele vai muito além de uma prática esportiva, ele é um estilo de vida a ser seguido. As tribos se proliferam em lagoas e locais com pouco tumulto, já no mar a exigência de habilidade é bem maior. O esporte aqui no Brasil é recente, mas tudo começou nos anos 40, no Havaí quando instrutores remavam em pé sobre enormes pranchas de madeira com o intuito de acompanhar seus alunos durante as aulas de surfe.

Então, bem mais que aquela caminhada, o futebol de areia ou o frescobol, existem outras diversões para quem quer conhecer esportes bem diferentes e muitas opções de exercícios. Agora ninguém tem mais desculpa para ficar parado neste verão.

Artigos . Usina humana

03/03/2014

O que víamos no cinema em filmes de ficção, hoje está muito próximo de se tornar realidade. Imagine a condição do corpo humano de produzir os tecidos ou até órgãos autonomamente. Pesquisadores da Universidade de Duke, nos EUA estão com testes bem avançados nesta área da genética.

Cientistas uniram o poder das células-tronco com os avanços na terapia celular para criar uma nova tecnologia na medicina regenerativa, que, no futuro, poderá fazer do próprio corpo dos pacientes uma fábrica dos tecidos, sejam cartilagens, ossos e até órgãos mais complexos, como fígado e pulmões.

Capazes de se transformarem em praticamente qualquer parte do organismo, as células-tronco normalmente precisam ser cultivadas em laboratório com o fornecimento de enormes doses de proteínas promotoras do crescimento para se diferenciarem nos tecidos desejados, o que encarece e dificulta o controle de seu desenvolvimento, principalmente depois de serem implantadas no corpo. O que foi feito pelos pesquisadores, foi fazer com que as próprias células-tronco produzissem seus fatores de crescimento.

       A idéia é realmente cinematográfica. Os cientistas recorreram a vírus geralmente usados para reprogramação genética em técnicas de terapia celular. Estes micro-organismos foram incorporados a estruturas de um material especial biodegradável, também criado pelos pesquisadores da universidade que imita as cartilagens e pode ser implantado no corpo, servindo tanto de base quanto de molde para que as células-tronco se transformem em uma cartilagem nova.

Trocando em miúdos é como um computador, em que o material genético é o hardware e o vírus é o software. Com os dois, cria-se uma plataforma precisa para a diferenciação das células-tronco em novos tecidos que podem ser moldada em diversos tamanhos e formatos de acordo com as necessidades específicas. Em teoria é possível montar o “computador” com variadas “configurações”, fazendo com que as células-tronco se transformem todas em outros tipos de tecidos, como ossos, ou mesmo em tecidos diferentes, bastando para isso incorporar nelas vírus diferentes, abrindo assim caminho para que os próprios pacientes fabriquem seus novos órgãos. Podendo assim salvar muitas vidas. Fantástico!

 

Artigos . Fonte da juventude

10/03/2014

Os idosos que praticam exercícios físicos regularmente procuram menos atendimento médico do que os sedentários. É o que mostra um estudo feito pelo Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual do estado de São Paulo com dois grupos de pacientes.

        Neste estudo foram selecionados pacientes com idade média de 79 anos para uma avaliação que durou um ano. Um grupo de 48 idosos que fazem exercícios reduziu em 35% a procura de atendimento em relação aos 44 pacientes sedentários.

       É comprovado cientificamente que a atividade física para idosos ajuda a melhorar a força dos músculos, aumenta os movimentos e amplitude articular, ajuda a caminhar melhor, previne doenças como osteoporose, depressão e diabetes. Promove também o contato com outras pessoas, evitando o isolamento, dando assim mais qualidade de vida e por que não mais alegria aos idosos. Sendo feita com regularidade e fazendo parte das suas atividades do dia a dia a atividade física é a grande fonte da juventude.  

Para se iniciar com exercícios físicos, que são diferentes de atividades físicas. Exercícios são esportes orientados e desportos como, por exemplo: futebol, voleibol e assim por diante, além de exercícios de academia. Já as atividades físicas são: as do dia a dia, como: varrer, passar roupa, caminhar, limpar a casa etc. Geralmente, numa fase inicial, recomendam-se atividades e exercícios de baixo impacto como: caminhadas, danças de salão, hidroginástica e musculação, evitando sempre o risco de lesões nos músculos e sobrecarga das articulações. Nunca se esquecendo de estar sempre sob prescrição do médico e orientados por um profissional da educação física devidamente qualificado e habilitado.

            São inúmeros os benefícios da atividade física para idosos, entre eles há prevenção ou melhora de patologias, como: hipertensão, derrames, varizes, obesidade, diabetes, osteoporose, câncer, ansiedade, depressão, problemas no coração e pulmões. Além de aumento da força muscular, melhoria dos movimentos dos braços, pernas e tronco, redução no consumo de remédios, Eleva o apetite, reduzem as dores, as quedas e melhora o condicionamento físico geral.

         Já para o idoso hipertenso ajuda à melhoria da circulação, aumenta o volume de sangue circulante e reduz o quadro hipertensivo. No caso dos idosos obesos, além dos benefícios anteriores ainda ajuda a diminuição do peso e da quantidade de gorduras, aumentando os músculos e a melhora também do vigor físico.

Artigos . Sempre salvará vidas

14/04/2014

   Uma pesquisa publicada este mês na revista “Health Day” por pesquisadores da Pensilvânia, Estados Unidos, causou polêmica no meio científico e gerou uma discussão entre vários especialistas. Segundo a pesquisa, correr demais pode levar à morte prematura.

        Os resultados da pesquisa sugerem que as pessoas que vivem mais são as que fazem exercício moderadamente, e que correr muito ou nada seria capaz de encurtar a expectativa de vida. Uma das sugestões que o estudo apresenta é a de que a prática de atividades mais intensas poderia trazer prejuízo à saúde do coração.

       Na realidade, este estudo contradiz um verdadeiro consenso baseado em diversas evidências científicas, segundo as quais a prática da corrida e a participação em provas longas não causam nenhum prejuízo à saúde, pelo contrário, até aumentam a expectativa de vida.

          Um dos especialistas que comentou a publicação foi o cardiologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro o Professor Dr. Claudio Gil Araujo, que, assim como vários outros profissionais, discorda do resultado da pesquisa. Ele acredita que o estudo é carente em fundamentação por não avaliar adequadamente os indicadores de sobrevida.

              O estudo também se contrapõe a pesquisas recentes como a apresentada na Sessão Científica Anual da Sociedade Americana de Cardiologia no último mês de março, que concluiu que corridas de longa distância ajudam a proteger o coração.

            Existe praticamente um consenso de que a hipótese de exercícios mais intensos prejudicarem o coração é absolutamente infundada. A natureza proporciona um fator de proteção ao coração na vulnerabilidade do aparelho locomotor. Quando um praticante de atividades físicas começa a exagerar na intensidade ou na duração do exercício, eventualmente ameaçando a saúde do coração, invariavelmente começa a aparecer algum problema do aparelho locomotor que acaba limitando a continuidade do exercício em excesso. São o caso das tendinites, problemas articulares, e outras tantas manifestações de sobrecarga.

              Podemos dizer que o aparelho locomotor protege o coração por ter um limiar de vulnerabilidade que sinaliza em caso de excesso. Segundo o Dr. Claudio Gil não existem na literatura evidências formais e conclusivas de que se pode danificar de forma definitiva o coração por praticar exercícios, mesmo que vigorosos e prolongados. O que a ciência de fato comprova é que ser sedentário encurta a expectativa de vida. (fonte: Site Portal da E.F.)


Artigos . No limite do saudável

28/04/2014

Na pratica esportiva os extremos nunca foram saudáveis. O sedentarismo mata, assim como o excesso pode causar estragos consideráveis, mas o que alguns profissionais e modalidades de treinamento preconizam vem ligar um sinal de alerta.

      Quando algum praticante de exercícios físicos chega ao ponto de vômito e desmaios, estes são indícios que o corpo dá de que algo não vai bem. Portanto, o atleta que chega a esse limite esta colocando sua saúde em risco. Por mais intensa e ou prolongada que seja uma prova ou um treinamento, é preciso medir os limites previamente e tomar providências para evitar a perda excessiva de eletrólitos, a desidratação e a hipertermia, que são fatores fisiológicos no desempenho e na manutenção da saúde.

       Em atividades muito intensas é extremamente importante cuidar da hidratação para que o corpo regule adequadamente sua temperatura e, mais do que isso, a necessidade de repor os sais minerais perdidos no suor. É fundamental que o profissional de educação física, o nutricionista tracem uma estratégia adequada de reidratarão para cada momento do treino ou da competição. O treinador tem parâmetros que proporcionam estabelecer o limite de cada atleta com segurança. São testes que permitem fazer um diagnóstico da aptidão física e limites de cada um. Essas avaliações são o ponto de partida e de total responsabilidade do profissional

        Atentar aos sinais que o corpo emite é fundamental para preservar a integridade física. Desmaio por exemplo pode indicar uma série de situações, como um quadro agudo de desidratação e hipertermia e até um problema cardíaco ou vascular. A náusea e o vômito também não são esperados no treinamento e demonstram o excesso de esforço, e quando frequentes, ainda podem trazer problemas como o enfraquecimento e até queda dos dentes, irritações no esôfago e no trato digestivo.

        Temos que ter a consciência que a dor é sim um sinal do corpo para que algo não esta bem e suportá-la não é absolutamente uma situação que o atleta possa concordar em aceitar. Outros sinais imitidos pelo corpo, como: prejuízo da qualidade do sono, problemas de apetite, recuperação mais lenta pós-exercício, etc. Nas mulheres, ainda tem irregularidades no ciclo menstrual e até suspensão da menstruação, demonstram que o limite já foi ultrapassado há muito tempo, passando de um processo agudo para crônico.

           Podemos colocar a vida do praticante de atividade física em risco, não apenas no caso das doenças pré-existentes que podem ser um gatilho quando mal diagnosticadas, mas também pelo overtraining ou overrated, já que neste caso ultrapassam-se os limites do corpo e pode-se alcançar uma desidratação extrema e até dano cerebral por conta da temperatura extrema. E isto é de total responsabilidade do profissional que lhe assiste.

Artigos . Vida saudável melhora função sexual

12/05/2014

Novos medicamentos foram lançados para ajudar a disfunção erétil e sexual masculina, mas na maioria dos casos não há necessidade do uso dos mesmos. Esta disfunção é um tipo relativamente comum de alteração da função sexual em homens. Caracteriza-se pela dificuldade do homem em atingir ou manter uma ereção.

Sua maior incidência esta associada a partir da meia idade, apesar de não ser considerado como um componente natural do processo de envelhecimento. Problemas de ereção esporádicos são comuns e não devem ser causa de preocupação. No entanto, se o problema é recorrente, o individuo deve se submeter a uma avaliação mais específica.

Para a maioria dos homens que sofrem com isto, este problema pode ser superado sem o uso de medicação. Publicado recentemente um estudo que demonstra justamente esta consideração. Para o resultado desta pesquisa científica, a revista médica Journal of Sexual Medicine realizou na Austrália e coleta de dados nesta região com mais de 800 homens de 35 a 80 anos que foram acompanhados clinicamente durante um período de 5 anos. Durante este período, 31% dos homens envolvidos no estudo apresentaram alguma forma de disfunção erétil. Esta proporção é bastante significativa e o estudo demonstrou que os maiores fatores de risco são relacionados com alterações físicas, comparadas aos problemas psicológicos. Tais problemas são os mais corriqueiros, como: Sobrepeso e obesidade, ingestão demasiada de álcool, dificuldades para dormir e idade são os principais fatores. Alguns casos são consequência de problemas de saúde como diabetes, doença cardiovascular, depressão e hipertensão. Mas diante disto a grande notícia do estudo é que boa parte dos homens afetados pela disfunção superaram o problema sem a necessidade do uso de medicação. A simples modificação do estilo de vida influenciou decisivamente na redução dos fatores de risco que predispõem o indivíduo à disfunção erétil.

No estudo foram propostas algumas mudanças, simples, mas significativas, como: Controle de uma alimentação saudável, atividade física regular e orientada, com isto tem-se uma manutenção do peso ideal; diminuição ou moderação na ingestão de álcool, não fumar e um sono reparador. Controlado estes fatores, os resultados foram uma melhora considerável no desempenho sexual.

Os pesquisadores ainda salientam que mesmo nos casos em que é indicado e necessário o uso de medicação, um estilo de vida saudável e regrado pode tornar o tratamento muito mais efetivo.

Artigos . Estamos enfraquecendo

09/06/2014

   Cada vez mais a tecnologia faz parte da nossa vida, isto é um processo inevitável que temos que nos adaptar. As crianças nascidas nos anos 2000 já têm na automação tudo o que pode ser controlado pelo seu smartphone e dominado por games, TV e computadores, facilitando muito nosso dia a dia, mas isto está deixando toda uma geração mais fraca.

     Um estudo realizado no Reino Unido e liderado por Gavin Sandercock, especialista em educação física de crianças da Universidade de Essex, comparou em 2008 o desempenho em atividades comuns de um grupo de 315 meninos e meninas britânicos de 10 anos com o de outro grupo de 309 da mesma idade em 1998 e constatou que a nova geração não consegue realizar os exercícios com a mesma facilidade ou desempenho. De acordo com o periódico as crianças de 2008 fizeram menos abdominais, foram menos capazes de sustentar o peso do próprio corpo segurando uma barra e apresentaram força menor nos braços e na empunhadura do que as avaliadas 10 anos antes.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que as crianças estavam ficando com uma forma físicas pior, menos ativas e mais sedentárias, e, em muito casos, mais pesadas. Mas o novo estudo também revelou que, em média, a geração de 2008 tinha o mesmo índice de massa corporal daquela da década anterior. Para Daniel Cohen, da Universidade Metropolitana de Londres e outro autor do artigo, isso significa que, dada a queda na força, os corpos das crianças do grupo mais recente têm mais gordura e menos músculos do que os das crianças do grupo anterior. Ou seja, do ponto de vista da saúde é ruim saber que, quilo por quilo, elas estão provavelmente carregando mais gordura.

           As atividades corriqueiras do passado com trepar em árvores ou subir muros costumavam ser normais para as crianças, mas a cultura da superproteção e as novas facilidades se uniram para tirar o vigor destas novas gerações. Cair de um galho costumava ser uma boa lição para aprender a dar a volta por cima e a subir melhor numa árvore. Hoje os locais com estas possibilidades estão cada vez mais restritos e a segurança nos confina a locais ainda mais fechados.

       O que devemos repensar é que as instituições escolares promovam mais que duas horas de atividades físicas por semana para as crianças, e estimulando sim, praticar pelo menos uma hora por dia de exercícios físicos direcionados.  Só assim teremos adultos fisicamente saudáveis no futuro.

Artigos . O envelhecimento do corpo

23/06/2014

Quando nos deparamos com atletas de altíssimo nível que são campeões e que pouco tempo atrás eram imbatíveis e hoje não conseguem manter-se no mesmo patamar, com isso aparecem alguns questionamentos; e o principal deles é: será que envelheceram? E o que muda no organismo humano com o passar dos anos?

      Pesquisas comprovam que todas as células do corpo humano nascem com um tempo de vida determinado. É como se nelas existisse um cronômetro, que determina a capacidade daquele organismo de viver. Mas a velocidade deste relógio depende da herança genética de cada um e da influência de fatores externos. A exposição a alguns fatores de risco, como obesidade, má alimentação, sedentarismo e stress, acelera o processo de envelhecimento. Mas o avanço da medicina tem ajudado a atrasar um pouco o ritmo destes ponteiros, até mesmo os daquelas pessoas que já nascem com alguma predisposição à problemas de saúde. Embora não sejam muito visíveis, os primeiros sinais do tempo aparecem entre 25 e 40 anos. A formação do esqueleto se completa aos 30 anos. Depois disso, a pessoa começa a perder massa óssea gradativamente e há uma diminuição no seu metabolismo. Por isso, o ápice da carreira dos atletas, por exemplo, gira em torno dos 25 anos. Neste período surgem os primeiros fios de cabelo branco e em algumas pessoas as primeiras rugas. Já entre 30 e 35 anos, perde-se massa muscular e o fôlego para atividades físicas começa a cair 10% a cada década.

      Já entre os 40 e os 60 dá para notar bem que o processo de envelhecimento começou. Podem surgir problemas de vista cansada e de audição. Há uma diminuição na produção de cálcio, o que pode dar início à osteoporose. A pessoa fica 1 centímetro mais baixa a cada década. Há queda de cabelo e os fios ficam ainda mais brancos. Entre 60 e os 80 a imunidade diminui. O sono passa a ser mais curto, menos profundo. O fluxo renal diminui 50% até os 70 anos e o tecido nervoso sofre degeneração. Uma em cada três pessoas nessa faixa tem perda da audição. É 20% maior a incidência de depressão. A pele perde até 20% da espessura. Por volta dos 70, com a perda de colágeno, substância responsável pela tensão e elasticidade da pele, há uma espécie de "queda" da fisionomia. Por isso, nariz e orelhas parecem cada vez maiores.

Como cada organismo tem sua capacidade e as doenças podem ser mais agressivas em uma pessoa que em outra. Observar seu histórico familiar pode mostrar até onde você pode ir, se tem parentes com 90 anos ou mais, é bom começar a fazer vários planos para a velhice, pois tudo indica que você ainda vai longe.

Artigos . Seleção natural

30/06/2014

Em época de copa do mundo de futebol, o que se vê são atletas extremamente bem preparados. Não há espaço para amadores em uma competição com este nível de exigência. Todos os atletas são muito bem remunerados e tem a sua disposição o que há de mais moderno à nível de treinamento físico, técnico e psicológico.

Algumas equipes estão se preparando mesmo antes do começo da ultima copa. Como é o caso da seleção Chilena. Em 2010 na Copa da África do Sul eles trouxeram toda a seleção Sub-20 para treinar com a principal e hoje um dos aspirantes daquela época fazem parte da seleção principal. Como se vê nada acontece por acaso em esporte de alto rendimento. E na maioria das vezes os atletas que começaram nas categorias de base não chegam se quer ao juvenil de uma equipe. Para se tornar um astro como estes que estamos presenciando no maior evento de futebol do planeta, muitas horas de sudorese são necessárias.

A Copa do Mundo assim como as olimpíadas são referência para quem um dia ambiciona chegar ao olimpo dos atletas de elite. Mas para tal existem muitos métodos aplicados, tanto para construção de um atleta deste nível como para mante-lo no alto. Chegar ao nível máximo em qualquer profissão requer muito trabalho, no caso de atletas, esta máxima também tem lógica. O que hoje faz muita diferença é que a ciência do esporte pode melhorar um atleta e colocá-lo entre os mais rápidos, mais forte. Com isso os pesquisadores têm se dedicado a desvendar a bioquímica do corpo, a fisiologia humana, a relação com o meio na luta contra o atrito do ar ou da água, e uma infinidade de mecanismos biológicos, nutricionais e psicológicos que podem afetar o desempenho esportivo. Hoje, as quebras de recorde se dão por centésimos de segundo, sinal de que os atletas estão cada vez mais próximos do limite humano, e dependem cada vez mais da ciência e da tecnologia. Pesquisadores acreditam que, nas próximas duas décadas, os vencedores se definirão por milésimos de segundo. Mas ainda a habilidade é natural. E isto não pode ser mudado. Pode sim ser apurada, refinada.

Hoje, o principal avanço é entender que a melhora no desempenho não necessariamente requer treinar mais, e sim treinar melhor e de forma mais intensa. O bom treino é focado e específico dando mais tempo de recuperação ao atleta. Enquanto a genética não pode ser totalmente manipulada a seleção natural esta vencendo.

Artigos . Limite do ser humano

22/09/2014

Muitas pessoas que acompanham esportes de alto rendimento não entendem por que alguns jogadores não são escalados em suas equipes, mesmo não estando suspensos ou lesionados. A medicina esportiva evoluiu até patamares que testes podem mostrar comprometimentos celulares a ponto de levar o atleta a lesões e respeitando os resultados destes testes há grande possibilidade de prevenir traumas ainda mais graves.

Com o excesso de competições e um calendário muitas vezes inchado, muitos treinadores não conseguem executar como planejado os ciclos de treinamento e com isso vem o que é mais temido por quem cuida da preparação física dos atletas; O overtraining (super treinamento) ou o overuse (excesso de uso). Com longos períodos competitivos a que os atletas são submetidos durante o ano, buscam-se evitar atingir estados de fadiga muscular e de lesões no aparelho músculo-esquelético por excesso. Para tal, exames físicos e clínicos são cada vez mais usados, os técnicos se fazem munir destas informações para tomar decisões em aproveitar um atleta ou deixá-lo se recuperar. Em grandes equipes de futebol, por exemplo, um laboratório de fisiologia do exercício já se faz presente e a disposição de especialistas que através de destes testes proporcionam retorno aos preparadores físicos e assim de forma científica saber em qual fase da condição física se encontra o atleta. Testes de laboratórios e clínicos hoje são corriqueiros para se manter a integridade física dos atletas, mas em esportes que levam os atletas à limites ainda mais extremos, médicos buscam desvendar quanto o corpo pode aguentar.

Tais profissionais pesquisam e atendem não somente em laboratórios ou hospitais, mas em trabalho de campo. Essencial nesse tipo de estudo, que pode acontecer no topo de uma montanha, em uma viagem de mergulho ou em câmaras que simulam a microgravidade do espaço é a experiência do profissional na área de atuação. Muito são ex-mergulhadores, montanhistas e até astronautas.

Mas o mais importante destes resultados vem na contribuição à área da saúde e entre elas, estão as cadeiras para tetraplégicos comandadas pelo movimento do queixo, que os astronautas se valiam para conduzir os veículos lunares e ficar com as mãos livres para mais comandos. Outros resultados das pesquisas espaciais foram a miniaturização de aparelhos médicos, que hoje são importantíssimos em cirurgias cerebrais. Então conhecer nossos limites certamente nos ajuda a superá-los.  

 

 

 

 

Artigos . Treinar para correr

03/11/2014

A corrida de rua é a grande modalidade esportiva do momento. Cada dia mais praticantes participam desta experiência ótima que é fazer o sistema cardiorrespiratório trabalhar com mais oxigênio, sentindo o corpo se movimentando e liberando hormônios que geram prazer e satisfação.

 Para começar a correr é de suma importância preparar-se para tal e algumas modalidades de treinamento são fundamentais para dar base ao atleta ou praticante de corrida. A musculação é uma das mais procuradas, mas nem todos gostam então não malhar não significa que o atleta vá se machucar. Se ele consegue fazer musculação de forma regular, seus músculos tendem a ficar mais resistentes e, com isso, se o seu objetivo é desempenho e velocidade, ele talvez passe a ter a capacidade de tolerar um treinamento mais intenso, e se conseguir treinar mais forte, talvez possa alcançar metas mais difíceis.

 

 Atualmente o corredor tem várias opções, como por exemplo; o Pilates, que desenvolve um ótimo trabalho de alongamento e força; os sistemas de treinamento funcional estão avançando e se solidificando (com vários exercícios interessantes para os corredores); os treinos em areia, com movimentos de saltos, ziguezagues, agachamentos e piques; ou mesmo um ou outro exercício simples de agachamento ou com uso de elásticos e em suspensão. Todas essas atividades também têm o objetivo de promover uma melhora geral no corpo.

        Entretanto, se não tiver um treinador por perto, tenha a sensibilidade de identificar o quanto dessas atividades faz bem para você. É importante ter tempo pra descansar desses treinos e cuidados para se alimentar de forma ainda mais criteriosa. Não havendo tempo para fazer os exercícios de reforço ou complementares à corrida, deve sim cuidar para não se machucar com excessos na pista, pois a maior causa das lesões nos corredores se da por over training. É muito importante também que se faça um equilíbrio entre volume e intensidade com algumas caminhadas no seu longão ou diminuir a intensidade daquele treino intervalado que o leva a exausto no final.

 

         O corredor deve ficar atento ao equilíbrio entre as práticas esportivas e as atividades diárias. Nunca forçar para fazer atividades complementares se estiver com sono ou muito dolorido depois de um treino de corrida. Nesse caso talvez seja melhor trocar o 1h de treino por 1h de descanso. O equilíbrio é a melhor forma de atingir seus objetivos.

Artigos . Prepare-se para correr

10/11/2014

Na semana que antecede um dos eventos que esta se tornando tradicional no vale, os cuidados antes, durante e depois da corrida são fundamentais para atingir os objetivos e não ficar com aquela dor desagradavel no dia seguinte.  Muitos estão se aventurando pela primeira vez em uma competição de corrida de rua. Então alguns cuidados tanto com o material a ser utilizado quanto o que ingerir antes e depois da corrida vão fazer toda a diferença.

Nesta época do ano correr é sinônimo de usar vestimentas leves. Os shorts devem ter uma abertura lateral para facilitar o movimento das pernas. Mulheres devem substituir o sutiã por tops que dêem melhor sustentação à musculatura do seio, desenhados especialmente para a prática deste esporte. O uso de meias especiais também  e fundamental, elas absorvem melhor o suor e provocam menos fricção nos pés. Em relação ao tênis, além de ter amortecimento, devem ser adequados ao tipo de pisada do corredor: pronada (com rotação para dentro na movimentação do calcanhar para a ponta), supinada (rotação para fora) ou neutra.

Alongar a musculatura antes e depois da corrida prepara as articulações para o exercício e para a pós-atividade deixando o organismo pronto para o próximo estímulo. Não podemos descuidar da região lombar, essa parte do corpo é a mais submetida a impactos durante as subidas e descidas. A hidracão e fundamental, então não espere sentir sede para beber. Quando a sede chega, é porque você já está desidratado. Recomenda-se beber água a cada três quilômetros. A taxa de perda de líquidos por meio do suor costuma ser de dois a três litros por hora, mas pode variar de acordo com características individuais, condições climáticas etc. O estômago aceita de 200 ml a 300 ml de líquido a cada 15 minutos, porém a ingestão de líquido não deve causar desconforto gástrico ou aumentar a vontade de urinar durante a prova.  Para quem corre até uma hora e meia, a água é suficiente para fazer a reidratação. A água-de-coco também é bastante recomendada pelos nutricionistas, por ser natural. Em percursos que durem mais do que uma hora e meia, bebidas como os isotônicos, podem ser vantajosas, por conterem sais minerais em maiores taxas de concentração, especialmente o sódio, o mineral que mais se perde durante o exercício.

  No mais e curtir o percurso, o ar livre e a parcerias dos amigos, com prazer de estar em uma competição sadia.

 

 

Artigos . Musculação não tem idade

25/11/2014

Quando na década de 1980 a musculação começou a aparecer em academias no Brasil seus praticantes eram quase na totalidade homens. O grande medo das mulheres era se masculinizar. Imediatamente se associava à ideia de uma modalidade que estava absolutamente restrita ao grande desenvolvimento de massa muscular. Era um modelo de exercícios visto inclusive com desconfiança, para não falar com receio até mesmo pela classe médica. Mas os exercícios com peso que se convencionou denominar genericamente de musculação felizmente têm derrubado vários paradigmas.

Nos dias de hoje a musculação ou os exercícios contra resistência tem um novo sentido, sendo considerado um programa de exercícios físicos indispensável. Não somente para desempenho de atletas de alto nível ou estético, mas muito também para a qualidade de vida. Apesar do caminho à qual este método de treinamento tomou, ainda existem algumas dúvidas que permanecem para muitas pessoas e é sempre importante discuti-las e esclarece-las aos olhos dos leigos.

Para muitas pessoas a musculação prejudica o desempenho de praticantes em exercícios de endurance. Ao contrário, além de potencializar a performance em provas de resistência, protege e potencializa a capacidade do aparelho locomotor. No caso dos idosos o invés de ser proibida, deveria até ser obrigatória, pois a prática de exercícios com pesos para eles desacelera a perda de massa muscular, previne a osteoporose e comprovadamente diminui a incidência de quedas e melhora muito a qualidade de vida. Já para os adolescentes é outro mito ainda prevalente. Na verdade, o receio que até certo ponto se justifica é a musculação pesada visando hipertrofia em jovens no estágio precoce de crescimento e desenvolvimento. A prática de exercícios com pesos visando fortalecimento pode ser perfeitamente associada a um programa de exercícios para jovens, desde que se respeite a maturação da criança que para uns é mais tardia.

Nossos músculos são extremamente sensíveis ao efeito dos estímulos e à falta deles. A hipotrofia muscular por desuso é a causa de inúmeros problemas. As lombalgias, artroses, e até osteoporose, na maioria das vezes tendo sua origem na falta de fortalecimento muscular. 

Então faça uso dos exercícios com pesos, ou a musculação, pois são fundamentais para prevenção de doenças e promoção de saúde em todas as idades.

Artigos . Saúde da mulher

01/12/2014

Não se sabe ainda ao certo o que provoca essa explosão de sintomas desagradáveis que acompanham algumas mulheres todos os meses. Alguns cientistas supõem que os hormônios progesterona e estrogênio podem interagir com neurotransmissores resultando na TPM. Mas o que sabemos é que os treinos de musculação servem para prevenir e tratar uma série de doenças e incômodos que afetam a população feminina. A começar pela TPM (Transtorno Pré-menstrual), distúrbio que atinge mais de 50% das que estão em período fértil, deixando-as à beira de um ataque.

Este tipo de exercício físico traz alívio a esses sintomas assim como os exercícios aeróbicos oxigenam as células, servindo como drenagem aos tecidos que retém líquido reduzindo o inchaço. Também liberam hormônios chamados endorfinas, que proporcionam prazer, aliviando a irritabilidade e até a depressão, causa muito comum na TPM. Estas substâncias têm efeitos analgésicos em quadros de dores intensas e que têm maior incidência nas mulheres como fibromialgia e enxaqueca. Com uma importância fundamental como prevenção estas atividades físicas servem também para estimular a memória. Estudos mostram que treinando o corpo se amplia a área do cérebro chamada hipocampo, ligada à memória e em idosos que executam atividades aeróbicas regulares, o hipocampo é maior do que aqueles que não realizam. Isso foi comprovado por ressonância magnética. Os resultados dessas pesquisas levaram a incluir a atividade física no arsenal terapêutico das pessoas com Doença de Alzheimer, outro mal que afeta mais mulheres do que homens.

O mesmo ocorre com a depressão. Com o exercício físico diminuem-se os sintomas da doença porque ativam circuitos neurais (no cérebro) ainda pouco conhecidos da ciência. Mas sabe-se que na pessoa depressiva algumas regiões do córtex cerebral estão atrofiadas. Com a atividade física, juntamente com medicamento e mudança no estilo de vida, pode-se ajudar a reverter essa situação.

Existem casos de mulheres idosas com hipertensão e diabetes, dois fatores que predispõem às doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral, que são as principais causas de morte e que em apenas 15 dias praticando exercícios aeróbicos e musculação, o nível de açúcar no sangue reduziu e a pressão arterial, que chegava a 16/8, hoje está controlada.

 

Procure seu médico, busque especialistas em treinamento esportivo e afaste estes desconfortos e até estas patologias.

Artigos . Sobreviver as festas

22/12/2014

Passado um ano inteiro de dedicação, suar e muito treino, chegam as festas de final de ano onde o projeto verão pode ser colocado a prova. Não podemos colocar tudo a perder por excessos ou falta dele. Excessos em querer aproveitar tudo que a boa mesa oferece e falta de exercícios físicos por achar que não se faz mais nada nesta época.

Para conseguir preservar suas formas sem passar os dias de festas contando calorias, alguns detalhes comportamentais simples poderão evitar excessos alimentares e preservarão sua reeducação alimentar.

É importante se dar conta que você esta nestes eventos pelas pessoas, não pelo alimento. Aproveite o convívio para aplicar uma das regras básicas da alimentação saudável: comer devagar. Pouse os talheres e mastigue cada alimento com prazer em saboreá-lo. Isto lhe dará o tempo necessário para o cérebro perceber que está satisfeito. Priorize os pratos que você mais gosta, assim como os que possuem menos gorduras e calorias, esteja você querendo emagrecer ou não. Uma dica legal e participar efetivamente do encontro. Quando possível se ofereça para levar um prato. Assim você terá ao menos uma opção controlada para a qual recorrer. Controle a ingestão alcoólica, um grama de álcool (contém 7 calorias) tem mais calorias do que um grama de carboidrato (contém 4 calorias). Alternar os espumantes com água é uma forma de não deixar de participar com os amigos e ao mesmo tempo controlar o excesso.

Agora quem não abre mão de muita comida e bebida nas ceias deve se exercitar, mesmo nos dias dos eventos, para compensar as calorias a mais que o corpo vai receber. Uma caminhada no calçadão, uma pedalada, passear com o cachorro, buscando um dia a dia mais ativo, priorizando o aumento do gasto energético básico, mas eficiente. Trocar o elevador pelas escadas, o carro parado nas pequenas distâncias e ir a pé será providencial nos quilinhos a mais no final. Mas quem já mantém um ritmo de exercícios físicos diários pode intensificar ainda mais os treinos antes das comemorações.

Inevitavelmente o aumento da ingesta calórica nesta época do ano é maior, então aproveite tudo com moderação, inclua mais exercícios físicos em seu dia a dia e tenha festas maravilhosas.

Artigos . Saúde sem desculpas

05/01/2015

Quando chega ao fim um ano, sempre fizemos promessas para o ano que esta para começar. E uma dela como de praxe é começar a fazer exercícios físicos. As atividades físicas importantes para uma vida saudável, aliado a uma alimentação adequada e saudável, promove a saúde e contribui para melhoria da qualidade de vida. Então para quem procura uma forma de dar o pontapé inicial e abandonar o sedentarismo existe o Programa Academia da Saúde.

Lançado em 2011, o programa conta com a atuação conjunta das áreas de vigilância e atenção à saúde no SUS e promove a saúde, com a inserção das práticas corporais e atividades físicas na rotina, alimentação saudável, a fim de incentivar o cuidado integral à saúde e fornecer autonomia aos indivíduos e coletividades sobre as escolhas de modos de vida mais saudáveis. O Programa Academia da Saúde não é um serviço isolado. Compõe a rede de atenção à saúde, como um estabelecimento de saúde da Atenção Básica, assim como as Unidades básicas de Saúde (UBS), fazendo parte das linhas de cuidado que contribuem com a promoção da saúde e produção do cuidado dos usuários dos polos do Programa Academia da Saúde. O Ministério da Saúde incentiva a construção de academias públicas que funcionam articuladas com as Unidades Básicas de Saúde (UBS) nos estados. Atualmente, há mais de 3.774 mil polos habilitados para a construção em mais de 2.700 municípios do País.
Destes, 934 polos já estão prontos e funcionando nas quatro regiões do País. Antes do início das atividades, é feita uma avaliação das condições de saúde física com um profissional de saúde para encaminhamento e orientação sobre a atividade mais adequada.  As atividades ocorrem de acordo com as necessidades e possibilidades de cada um. As atividades realizadas visam melhora do estado geral de saúde que engloba, entre outras coisas, o condicionamento cardiorrespiratório, consciência corporal, flexibilidade, força e coordenação motora geral, além da construção de vínculo com o serviço e com os profissionais de saúde.

 

Tal melhora ocorre por meio também de práticas artísticas e culturais, educação em saúde, mobilização da comunidade, além da promoção da alimentação saudável e das práticas corporais e atividades físicas. Para saber onde está a Academia da Saúde mais próxima de você procure a Secretaria Municipal de Saúde. E deixe as desculpas em 2014.

Artigos . Nutrição acima dos 60

19/01/2015

  A alimentação deve ser desde a infância até a idade adulta uma aliada para se manter saudável, não apenas em momentos que se coloca como objetivos emagrecer ou ganhar massa muscular. Como um dos principais fatores que colaboram para o objetivo de envelhecer com saúde é a boa nutrição. A alimentação equilibrada é decisiva para determinar a qualidade de vida na terceira idade. Dados do IBGE sobre a população idosa apontam que o Brasil terá em 2025 31,8 milhões de idosos.

Como o processo de envelhecimento acarreta diversas alterações fisiológicas e metabólicas, como a redução da sensibilidade do paladar para gostos primários, como sal e doce, muitas vezes isso acontece pelo uso de medicamentos nesta etapa da vida. Deste modo, uma alimentação equilibrada, com alimentos macios, de fácil mastigação e com fontes de energia e proteína se torna essenciais para esta fase da vida. Então consumir carboidratos complexos, tais como, macarrão, arroz e pão na versão integral, colabora para o bom funcionamento do intestino e a prevenção de algumas doenças. Fornecendo assim a energia para um bom funcionamento do organismo. O déficit desta substancia, além de diminuir a energia, também incorre na perda de massa muscular, podendo levar até a consequências mais graves, como a hipoglicemia.  

  Mesmo podendo sentir menos apetite e sede é importantíssimo não deixar de comer ou beber água mesmo que não sintam necessidade. Neste momento, aumentam as chances do aparecimento de doenças crônicas como diabetes, dislipidemias e pressão alta. Portanto, evite o excesso de açúcares, gorduras e sal. E de maior atenção ao consumo de alimentos antioxidantes como: frutas, verduras e legumes, que auxiliam na prevenção de doenças mais relacionadas ao envelhecimento e até alguns tipos de cânceres. Muitas vezes problemas mecânicos bucais ou digestivos, fazem com que algumas pessoas tenham resistência em comer, com isso os carboidratos se mostram aliados importantes para vencer essa barreira. São mais fáceis de mastigar, mesmo para quem tem prótese, e também de serem digeridos, diminuindo a produção de suco gástrico e com isso o desconforto intestinal.

Na terceira idade, estar um pouquinho acima do peso não é ruim. A falta de peso preocupa mais do que o excesso. Essa gordurinha representa uma reserva de energia caso ele fique doente. Após os 60 anos, a magreza, que leva à queda de imunidade, costuma estar associada à desnutrição.

Artigos . Destruir é mais rápido

26/01/2015

O que vejo em época de férias são discrepâncias em relação a atividades físicas em excesso e as pessoas que durante o ano fazem muitos exercícios físicos e nas férias deixam tudo de lado. Destruir condicionamento físico é muito mais fácil e rápido que construí-lo. Para quem treina intensamente, pequeno descanso pode ser benéfico, mas a parada mais prolongada pode colocar muito tempo de suor em risco.

Entrar em férias não significa, necessariamente, que é preciso largar todas as atividades físicas que fazemos. Mesmo viajando, podemos continuar praticando exercícios físicos, seja no campo, na praia ou em outros diversos lugares. Estudos recentes mostram que a velocidade do destreinamento chega a ser três vezes maior do que a de treinamento. Ou seja, uma semana sem treino equivale a duas ou três semanas de treino. Mas vários fatores fisiológicos, anatômicos e morfológicos implicam neste cálculo. Logo, é muito mais fácil e rápido destruir um condicionamento físico do que construí-lo.

Para atletas que treinam intensamente, uma pequena pausa, de até uma semana, pode ser benéfico. Para recuperar lesões e reparar os excessos que muitas competições lhes impõem.  Mas para a maioria das pessoas que treinam como forma de manter-se saudável, a falta de treino só diminui e piora o condicionamento físico.

Os hábitos saudáveis não devem ser abandonados por completo nas férias, nosso organismo esta acostumado e educado a processar certas substâncias, assim outras que não fazem parte do nosso cardápio podem ser bem agressivas a ele. Podendo gerar desconforto estomacal e até diarréias e vomito. Sair da dieta nas férias não é crime, mas equilibrar alguns deslizes é fundamental nas refeições diárias. Evite ficar longos períodos sem se alimentar e procure atividades que lhe dão prazer, esteja onde estiver. Atividades ao ar livre em contato com a natureza beneficiam não só o condicionamento físico, como também traz equilíbrio e recarregam as energias.

 

Mas o contrario também existe. Muitas pessoas acabam se lesionando nas férias por tentar praticar atividades nunca antes feitas. A oferta de possibilidades em época de sol, calor e férias é muito grande, então escolha os exercícios que estejam dentro de suas possibilidades físicas. O ideal é sempre procurar instrução para fazê-los. Mantendo um tempo de descanso e a hidratação necessária para esta época do ano. 

Artigos . Cinesiofobia

16/02/2015

Parecendo um robô ao caminhar, busca ficar mais tempo sentada ou deitada se protege de qualquer movimento, até que pára por completo de fazer qualquer exercício. Assim o circulo vicioso se instala. Não se mexe porque dói e dói porque não se mexe. Não se sabe o que veio primeiro. Este comportamento torna a dor crônica, física e mentalmente. A pessoa incorpora a dor ao seu organismo.

Para mudar este comportamento é necessário um programa de exercícios com progressão muito lenta, mostrando a quem dele participar que não vai sentir dor após a execução dos mesmos.  Uma forma de tratamento usada é a fisioterapia aquática. Que logo de início elimina o peso corporal, não sofrendo assim a ação da gravidade, as articulações ficam mais descomprimidas, e os movimentos podem ser feitos mais devagar, ou até parados só exercitando a respiração diafragmática, sentindo o movimento do abdômen contra a a pressão hidrostática, o empuxo e a turbulência. Apenas a tentativa de manter-se em pé na água já é um exercício de fortalecimento para a musculatura do abdômen e das costas. Na água se pode começar pela percepção da respiração diafragmática associada ao movimento do corpo que acontece naturalmente, e que muitas vezes não percebemos. Com isto a pessoa começa a conhecer seu corpo, aprender a respirar e a despistar a dor da sua mente. A dor está associada às tensões do dia a dia, às angustias, à falta de sono, falta de descanso corporal além das causas físicas.

É muito importante adaptar ou readaptar o corpo ao movimento outra vez libertá-lo do medo de sentir dor. Mudar este medo psicológico, que pode passar a ser patológico e se tornar físico. A pressão hidrostática envolve todo o corpo por igual, atua nos receptores da pele, exercendo poder na sensibilidade superficial, tátil tornando a prazerosa, é o primeiro passo. A respiração deve estar sempre presente mesmo ao menor movimento, a pessoa começa a sentir-se mais confiante ao executar pequenos movimentos sem sentir dor e aos poucos podendo assumir novos planos de movimentos.

 

Com o tempo se rompe este circulo vicioso, liberando os movimentos do corpo, redescobrindo e reaprendendo, sem haver uma ligação do movimento a dor e ao desprazer. 

Artigos . Satisfação em treinar

16/03/2015

O que pode tirar uma pessoa às 5h da manhã em um dia frio e chuvoso da cama para treinar? É de conhecimento que aqueles que sentem maior satisfação durante o exercício físico mantém sua prática por mais tempo em comparação aos que apenas o fazem por obrigação ou modismo. Mas o que faz com que algumas pessoas sintam mais satisfação que outras fazendo exercício?

Um estudo publicado pelo Journal of Healthy Psychology, periódico que investigou essa questão, levantou a hipótese que quanto maior a atenção durante a atividade, maior também é a satisfação. Essa atenção seria um estado de foco no momento presente, voltar a mente para a atividade em si durante a sua realização e não ficar pensando ou fazendo outras coisas. A pesquisa foi feita com 398 pessoas que responderam perguntas sobre seu treinamento e Exercícios físicos, nível de satisfação e atenção durante a atividade. Os resultados confirmaram a hipótese dos pesquisadores: quanto maior a atenção e concentração, o foco durante o exercício, maior a sensação de satisfação.

 

Certamente que a predisposição para se manter um nível elevado e constante de exercícios físicos depende de vários fatores, mas especificamente este trabalho relacionando atenção com a satisfação no exercício aponta uma certeza que de ser relevada.  Manter a mente quieta e focada na atividade, além de trazer benefícios como a diminuição do estresse, pode ajudar também a torná-la bem mais interessante, prazerosa e assim perpetuando-se ao longo da vida.

Artigos . Satisfação em treinar

16/03/2015

O que pode tirar uma pessoa às 5h da manhã em um dia frio e chuvoso da cama para treinar? É de conhecimento que aqueles que sentem maior satisfação durante o exercício físico mantém sua prática por mais tempo em comparação aos que apenas o fazem por obrigação ou modismo. Mas o que faz com que algumas pessoas sintam mais satisfação que outras fazendo exercício?

Um estudo publicado pelo Journal of Healthy Psychology, periódico que investigou essa questão, levantou a hipótese que quanto maior a atenção durante a atividade, maior também é a satisfação. Essa atenção seria um estado de foco no momento presente, voltar a mente para a atividade em si durante a sua realização e não ficar pensando ou fazendo outras coisas. A pesquisa foi feita com 398 pessoas que responderam perguntas sobre seu treinamento e Exercícios físicos, nível de satisfação e atenção durante a atividade. Os resultados confirmaram a hipótese dos pesquisadores: quanto maior a atenção e concentração, o foco durante o exercício, maior a sensação de satisfação.

 

Certamente que a predisposição para se manter um nível elevado e constante de exercícios físicos depende de vários fatores, mas especificamente este trabalho relacionando atenção com a satisfação no exercício aponta uma certeza que de ser relevada.  Manter a mente quieta e focada na atividade, além de trazer benefícios como a diminuição do estresse, pode ajudar também a torná-la bem mais interessante, prazerosa e assim perpetuando-se ao longo da vida.

Artigos . Segunda pele

30/03/2015

Durante a execução de exercícios físicos ou uma atividade que requeira um gasto significativo de energia, existe uma necessidade fisiológica fundamental a ser atendida, Trata-se da perda de calor, que representa cerca de 75% da energia que o corpo procura transformar em trabalho. Esta carga térmica precisa ser dissipada para que a temperatura corporal não se eleve demasiadamente e eventualmente limite ou mesmo interrompa a atividade por o corpo entrar em colapso.

  Com o desenvolvimento de matérias esportivos com alta tecnologia que trabalha cada vez mais no sentido de facilitar esta evaporação e consequentemente a diminuição de calor. Neste caso seria possível afirmar que usar uma roupa durante o exercício, traria um benefício maior para perder calor, com ela literalmente resfriando o corpo. O desenvolvimento tecnológico sempre caminha no sentido a potencializar o desempenho como também proporcionar maior conforto e segurança para a prática de exercícios físicos e para o esporte de alto rendimento. A diminuição de calor neste caso ocorre pela simples troca com o ambiente, ou seja, na medida em que a temperatura do corpo seja maior que a temperatura do ar, o corpo perde calor e dissipa parte da carga térmica. Entretanto, o principal mecanismo de perda de calor ocorre pela evaporação do suor produzido durante o exercício.

Este liquido que se mantém em contato com a superfície da pele, exposto a uma temperatura mais elevada transforma-se em vapor e conduz o calor do corpo, na razão direta de condições físicas favoráveis. Portanto, o que faz o corpo resfriar não é produzir o suor e, sim, o processo de evaporação. Nestas circunstancias as propriedades da roupa utilizada assume grande importância no conforto térmico durante o exercício. As roupas com tecnologia apropriada proporcionam uma situação que desloca o suor produzido da camada mais interna para a camada externa do material. Assim, o processo de evaporação é potencializado, e a traje atua como uma segunda pele durante o exercício.

 

 

Artigos . Ele fica forte, eu não

06/04/2015

Na academia os dois chegam juntos, treinam juntos e em muitos, muitíssimos casos usam do mesmo suplemento comprado na mesma loja por recomendação do atendente. E até copiam o treino e seguem aquele famoso “treinador” na internet. Mas por que para na maioria das vezes um adquire massa muscular e outro não? Existem diversos fatores que determinam o potencial atlético. Entre eles estão treinamento, atitude, nutrição, descanso e outros. Este outro pode ser o fator mais importante, ou seja, a genética.

Atualmente a genética já pode nos fornecer algumas informações interessantes para otimizar a performance. Os estudos nessa área do esporte são relativamente poucos e recentes, mas hoje já se pode saber se uma pessoa tem o potencial genético para ser um velocista, por exemplo, ou se pode aumentar a massa muscular como seu colega de academia. Isso claro sem uso de sustâncias como hormônio do crescimento ou testosterona por exemplo. No caso do velocista essa característica está associada ao gene ACTN3 que codifica uma proteína actina, associada ao funcionamento das fibras musculares. Algumas pessoas possuem uma deficiência dessa proteína causada por uma variante genética que está associada com os níveis de desempenho. A expressão da alfa-3-actina está restrita às fibras musculares do tipo 2, de contração rápida. Indivíduos com essa alteração genética possuem uma deficiência nestas fibras musculares, transformando as características dessa fibra em fibra lenta com altos níveis de estresse oxidativo. Ou seja, com indicativos de um desempenho melhor para provas de resistência. Esta mesma fibra do tipo 2 é a que são utilizadas na academia para o trabalho com peso, ou seja, quem não as tem em maior quantidade dificilmente terá uma massa muscular desenvolvida sem uso de substancias ergogênicas. 

Isso pode ser comprovado em um grande número de estudos em diversas populações mundiais que demonstram que variações no gene ACTN3 influenciam a performance atlética. O número de pessoas com a completa deficiência dessa enzima é significativamente menor em grupos de atletas de elite, mostrando assim a teoria Darwiniana. Esta característica esta associada à capacidade de explosão, o que o consagra como possível gene da velocidade. Na população em geral, essa variante está associada com as diferenças entre os indivíduos em relação a essa força muscular e a capacidade individual atlética de cada pessoa.

 

Diante do conhecimento dessa variável que é uma ferramenta interessante para um esboço de treino e de atividades mais individualizadas no trabalho com atletas, mas também para todos que queiram entender melhor por que somos diferentes nos resultados dentro da academia.

Artigos . Para onde vai a gordura

20/04/2015

O que acontece com a gordura do corpo quando emagrecemos? Durante muito tempo se imaginou que ela era convertida em energia. De fato, parte dela é transformada em calor. Mas, de acordo com um estudo realizado pela escola de biotecnologia e ciência biomolecular da University of New South Wales, na Austrália, o processo da perda de peso é ainda mais complexo.

Apesar da obsessão mundial pela busca de um corpo perfeito, um grande número de especialistas da área de saúde não é capaz de responder a esta pergunta corretamente. Segundo cientistas australianos, a maior parte da gordura eliminada no emagrecimento é colocada para fora do corpo na forma de dióxido de carbono (CO2), durante a respiração. O trabalho, liderado pelo pesquisador Ruben Meerman, mostra que perder 10 kg de gordura requer a inalação de 29 kg de oxigênio. Este processo metabólico produziria 28 kg de CO2 e 11 kg de água.

Ruben Meerman se interessou por entender o processo de perda de peso em 2013. Depois de emagrecer 15 kg, quis compreender para onde iria a gordura perdida, e acabou chegando à reveladora descoberta publicada no “British Medical Journal”. – Com a crise mundial de obesidade ocorrendo, todos nós deveríamos saber a resposta desta simples questão: para onde vai a gordura? O fato de que quase ninguém poderia responder isso me pegou de surpresa – ele revela.

 

        No entanto, o simples ato de respirar com mais frequência não é capaz de causar perda de peso. Realizar o movimento mais vezes do que o exigido pelo metabolismo pode levar à hiperventilação, causando tonteira, palpitações e perda de consciência. A maneira mais eficaz de queimar gordura continua a mesma: aliar a prática de exercícios físicos a uma alimentação saudável, sempre sob a supervisão de profissionais capacitados. (fonte: British Medical Journal)

Artigos . Genética x modo de vida

27/04/2015

Muitos estudos na área da ciência mostram a importância de se levar uma vida saudável em relação ao sedentarismo. Mas uma pesquisa publicada recentemente na revista científica Medicine & Science in Sports & Exercise demonstrou de uma forma muito específica o impacto de se manter uma qualidade de vida boa em relação a uma genética privilegiada.

O maior desafio dos pesquisadores foi encontrar dez pares de gêmeos monozigóticos (formados a partir do mesmo óvulo) com hábitos alimentares semelhantes, mas padrões diferentes de atividade física nos três anos anteriores. No caso da pesquisa, eles eram homens entre 32 e 26 anos de idade. A idéia da equipe com esta metodologia foi anular os efeitos da genética nos resultados finais. Examinando gêmeos idênticos, que possuem a mesma carga genética, foram criados em ambientes semelhantes e mantêm dietas parecidas, os pesquisadores acreditam ter conseguido isolar ao máximo o efeito dos diferentes padrões de atividade física sobre a saúde de cada um deles.

Cientistas Finlandeses acompanharam estes gêmeos por três anos para averiguar se a propensão genética teria um peso maior do que o estilo de vida sobre a saúde. Na pesquisa, 10 irmãos realizaram exercícios e seus pares gêmeos não. O resultado corroborou com o que outros estudos nesta área já haviam descrito e apresentou diferenças ainda mais positivas que o ato de se exercitar tem sobre o corpo, principalmente sobre o nosso órgão de controle, o cérebro. Os resultados foram muito expressivos dentro das comparações entre os irmãos ativos e os sedentários. Gêmeos que se exercitaram nos três anos analisados pela pesquisa demonstraram índices mais baixos de gordura corporal, maior equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue e principalmente maior volume da massa cinzenta cerebral, responsável pelo controle da coordenação motora corporal. Além de contribuir para redução do risco de diabetes tipo 2 e limitações motoras nas idades avançadas. Então mexa-se.

 

Artigos . Cérebro treinado

04/05/2015

Muitos especialistas já descreveram inúmeros benefícios da atividade física, tanto aeróbica como de força, na função cognitiva, tempo de reação e memória, entre outros predicados. Mas uma pesquisa recente demonstrou algo novo. Há evidências de que cada atividade gera diferentes e específicos efeitos para a saúde. O mais legal disto tudo é que com este estudo podemos recomendar exercícios físicos bem mais direcionados para cada necessidade. Antes era no físico que podíamos mensurar seus benefícios agora também são áreas específicas do cérebro.

Com essa necessidade de especificidade os pesquisadores da Universidade Foro Itálico de Roma para classificar os esportes e suas especialidades, estabeleceram duas categorias: abertos e fechados. Os esportes de habilidades abertas, em que as tomadas de decisões são rápidas, instantâneas, em que precisão em velocidade é premissa, seriam: futebol, basquete, vôlei, esgrima, tênis de mesa, etc. Os outros, de habilidades fechadas (repetição de movimentos, ritmo estável), seriam: atletismo, ciclismo, boliche, patinação, entre outros. Com isso este estudo comprovou que os esportes que requerem tomar decisões em frações de segundos melhoram a função cognitiva tanto em pessoas jovens como em idosos, o que permite reduzir problemas associados ao envelhecimento. Um exemplo é a esgrima, sua velocidade, tanto para atacar como para defender, ajudaria a melhorar as funções cognitivas do cérebro. Esta forma constante em adaptar-se rapidamente às mudanças que ocorrem, podem compensar os efeitos relacionados ao passar dos anos, como problemas de aprendizagem, de memória e tempo de reação.

O consenso entre os especialistas em medicina desportiva é que a atividade física oferece benefícios à pessoas de qualquer idade e que é melhor começar tarde do que nunca. Foi observado que em pacientes idosos houve melhora nos parâmetros como; memória, capacidade de reação e capacidade cognitiva em poucos meses (de 3 a 6 meses) a partir de uma rotina de exercícios com orientação. Um conceito bem interessante e cada vez mais estudado é o da plasticidade neuronal (capacidade de os neurônios formarem novas ligações), que é muito importante para o crescimento e a aprendizagem de crianças e adolescentes. Por isso o ideal é começar a praticar exercícios durante a infância, para que isso tenha influência nestes novos caminhos e na aprendizagem de habilidades de coordenação e capacidade aeróbica e força. Isso não se perde nos adultos, mas pode ser estimulado significativamente com os exercícios mencionados.

Artigos . Profissão ilegal

18/05/2015

A jornalista recifense Maria Eugênia Bispo, 29, pratica esportes desde o primeiro ano de vida. Começou com a natação para controlar uma asma. Em 2013, se apaixonou pelo crossfit e começou a seguir vários perfis de blogueiras que dão dicas de exercícios físicos e alimentação para manter o “corpão”. E ela imitava todos, seguindo as várias dicas.

No fim de um treino em outubro de 2013, resolveu fazer um exercício que havia visto em um dos perfis que seguia. Pendurada de cabeça para baixo pelos joelhos em uma barra suspensa, ela fez os abdominais. “Era um exercício que eu já havia feito outras vezes. Mas naquele dia eu não estava bem. Escorreguei da barra, caí com o pescoço em um bloco de madeira e fraturei a coluna”, relata. Imediatamente, ela parou de sentir as pernas e ficou paraplégica por um mês e meio. O caso de Maria Eugênia ilustra bem os perigos de seguir as orientações de perfis fitness nas redes sociais sem a orientação de um profissional da área. Ela própria reconhece seu erro e não recomenda que outras pessoas tentem imitar essas celebridades das redes sociais. “Eu não culpo ninguém. Foi uma besteira minha. Mas as pessoas tentam imitar esses blogueiros, ser iguais a eles. Sempre digo: não vale a pena”.

Responsabilidade. Em alguns perfis fitness, os autores ressaltam que os exercícios e a dieta não devem ser copiados pelos seguidores. “Lembrando que esse é o meu treino, que eu posto apenas como forma de incentivo”, escreveu Gabriela Pugliesi – uma das mais famosas blogueiras fitness – em uma postagem. Já o namorado dela, Ricardo Barbato, não tem pudor em se definir como “lifestyle coach” (ou “técnico em estilo de vida”) para seus 170 mil seguidores no Instagram – mesmo não tendo formação na área da saúde. Suas atividades no ramo, aliás, lhe renderam uma autuação do Conselho Regional de Educação Física de São Paulo (Cref-Sp).

A responsabilidade desses blogueiros com seu público é – ou deveria ser – grande. “É muito sério você fazer um programa de treinamento ou tentar auxiliar alguém na atividade física sem um contato direto. A pessoa pode ter algum problema, seja físico, fisiológico ou emocional, que vá interferir no resultado do exercício apresentado, ou até gerar sequelas na saúde”, explica o educador físico Fernando Sander, conselheiro do Cref-Mg. Sem falar nas pessoas que, como Maria Eugênia, tenta seguir as orientações da internet sem condições de acompanhar.

Se quem passa as dicas e orientações não for formado em educação física ou nutrição, a situação fica ainda mais grave. “Isso é exercício ilegal da profissão, previsto no artigo 12 do nosso Código Penal”. A pena para esse crime é de 15 dias a três meses de prisão ou multa. (Fonte: Conselho federal de Educação Física)

 

Artigos . Cotidiano saudável

01/06/2015

Um estudo realizado com pessoas com 60 anos que viviam em Estocolmo na Suécia durante 12,5 anos mostrou que pessoas ativas podem reduzir seu risco de ataque cardíaco, AVC e morte em até 30%.

Para tal foram convidadas 4.232 pessoas para realizar um exame de saúde e avaliar seu risco cardiovascular, obtendo informações sobre seu estilo de vida, como: dieta, tabagismo, consumo de álcool e nível de atividade física. Os participantes tinham de responder com que frequência realizavam diversas atividades cotidianas, tais como jardinagem, melhorias na casa, manutenção do carro e coleta de frutas, ao longo dos últimos 12 meses, e se haviam realizado alguma modalidade de exercício físico formal. Os pesquisadores publicaram o estudo no periódico on-line British Journal of Sports Medicine.

No início do estudo, descobriu-se que os sexagenários com estilo de vida ativo tinham um perfil de risco cardiovascular muito menor do que aqueles que tinham um estilo de vida sedentário, independentemente de quanto exercício formal realizassem. Pessoas mais ativas de ambos os sexos tinham cintura menor o que representa menos risco cardíaco e melhores concentrações de HDL (colesterol bom) e triglicerídios. Pessoas que realizavam muitos exercícios formais, mas que tendiam a ser sedentárias no restante do tempo apresentavam também um perfil de risco cardiovascular igualmente baixo.

O mais legal é que aquelas pessoas que se exercitavam regularmente e que também eram fisicamente ativas tinham o perfil de risco cardiovascular mais baixo de todos de modo geral, com os pesquisadores observando que o nível mais alto de atividade física estava associado a um risco 27% mais baixo de ataque cardíaco ou AVC e acreditem a um risco 30% menor de morte por todas as causas, independentemente da quantidade de exercício regular formal realizada.

Estas conclusões são extremamente importantes para os idosos porque indivíduos nessa faixa etária, comparados a outras, tendem a passar uma proporção relativamente grande do seu tempo ativos, mas realizando atividades físicas que não são consideradas exercícios físicos, já que costumam considerar difícil alcançar os níveis recomendados de intensidade. Promover atividades físicas que não são consideradas exercícios formais é tão importante para o idoso quanto recomendar exercício regulares.

 

Artigos . Acelere sua perda

15/06/2015

Já sabemos que alimentação adequada e exercícios físicos são as duas condições obrigatórias para um bom funcionamento do organismo. Mas se o objetivo é diminuir os quilos extras, conheça as melhores formas de acelerar o metabolismo.

A corrida ou outro exercício aeróbico e/ou cardiovascular ajuda a acelerar o metabolismo e a manter o corpo ativo e a queimar calorias mesmo depois de parar em repouso.

Depois de uma noite em repouso, o corpo necessita de combustível para voltar a funcionar na força máxima e nada melhor do que uma refeição reforçada rica em alimentos ‘aceleradores’ para fazê-lo. Chá verde, café, melancia ou ovos são algumas das opções. Além da água, da canela, da pimenta caiena existem outros truques que ajudam a acelerar o metabolismo e a queimar umas calorias extras.

      Manter uma rotina de exercícios físicos e habituar o corpo a um determinado padrão de atividade ajuda que queime algumas calorias extras.

Quando não se dispõe de muito tempo, treinos de alta intensidade são ideais para na academia ou para obter resultados mais rapidamente, os treinos de intensos (cerca de 30 minutos no máximo) não só permitem um elevado gasto calórico durante a atividade como fazem com que o organismo continue a queimar calorias após o termino do exercício e mais algum tempo depois ainda parado.

Uma pequena ceia antes de dormir ajuda o metabolismo a manter-se ativo durante a noite e a procurar ‘energia’ para gastar, recorrendo às gorduras localizadas para tal. Pequenas iniciativas fazem a diferença na conta final.

Artigos . Coração mais doce

22/06/2015

Uma análise deduziu que os amantes do chocolate a ponto de o consumirem regularmente apresentavam características mais jovens, um índice de massa corporal mais baixo, tensão arterial mais equilibrada, e praticavam mais exercícios físicos. Daí que os cientistas sejam tentados a concluir que as pessoas com maiores problemas cardiovasculares tenham afastado o chocolate da sua dieta.

Como o maior consumo estava associado a um menor risco de padecer de doenças e era 25% menor a taxa de mortalidade. A avaliação do risco de doença ou da mortalidade por doenças cardiovasculares revela igualmente resultados positivos em relação ao chocolate. Outra interpretação desfeita relaciona-se com o grau de pureza do chocolate, se com mais ou menos leite, fazia a diferença. Mesmo o que é composto, sem ser o negro, misturado com leite, segundo este inquérito traz benefícios para a saúde.  Podendo assim indicar que não são só os flavonóides, mas também outras substâncias , relacionados possivelmente com componentes do leite, como o cálcio e os ácidos gordos podem proporcionar uma explicação para esta associação observada.

Os autores do trabalho explicam que apesar de se tratar de um estudo baseado na observação, se torna evidente que um maior consumo de chocolate se associa ao menor risco de problemas cardiovasculares. Ainda assim, os investigadores referem que são necessários mais estudos e que para indivíduos, como os doentes obesos ou com diabetes, estas vantagens não fazem sentido. (fonte: Universidade de Aberdeen, Escócia)

Artigos . O Brasil parou!

29/06/2015

Quase metade dos brasileiros não pratica atividade física, aponta pesquisa. A relação entre o brasileiro e a prática esportiva foi apresentada pelo ministério do Esporte.  Em uma Iniciativa inédita no país, a pesquisa Diagnóstico Nacional do Esporte (Diesporte) mostra que 45,9% da população brasileira é sedentária, o que representa 67 milhões de pessoas em todo o país, sendo que o índice de sedentarismo entre as mulheres é maior do que o dos homens, com 50,4% contra 41,2%. Por si só estes números já seriam graves, mas ainda existem as desistências e abandonos da pratica esportiva.

Praticar exercícios físicos é imprescindível para se ter uma vida saudável, além de ser um ótimo aliado do corpo. Mas quando deixamos os exercícios de lado o corpo reage de diversas formas, e são justamente sobre essas reações que causam sérios problemas ao nosso organismo. Um exemplo de uma pessoa que treina 3x por semana, com duração de 1h a cada treino, quando esse indivíduo faz uma pausa brusca em suas atividades, o corpo mostra um comportamento diferente de acordo com o tempo, mas basicamente igual à todos.

*10 dias de pausa: A musculatura começa a ser afetada, mas o principal impacto sem atividade física neste período são sentidos principalmente pelos tendões, que vão exigir mais atenção aos alongamentos antes de retornar aos exercícios.

*3 meses: Há uma diminuição de perda calórica pela queda no processo metabólico que pode levar ao aumento de peso, consequentemente aumentado a resistência a insulina e aumentando a taxa de glicemia do sangue. Além da diminuição da massa muscular. O retorno as atividades físicas depois desse período precisa ser gradual, com atividades aeróbicas e pesos que possam reforçar as articulações visando uma maior resistência muscular localizada.

 

  *6 meses: Quase meio ano depois e toda a capacidade circulatória, pulmonar e cardíaca são comprometidas, podendo levar ao aumento da pressão arterial. Inevitavelmente o corpo reduz o metabolismo e depois de tanto tempo sem exercícios regulares é possível um provável ganho de peso e flacidez muscular. E em menos de um ano sem treinos é possível ver que o corpo é capaz de regredir e mudar totalmente, trazendo reflexos estéticos, funcionais e sistêmicos e ainda comprometendo a saúde como um todo, já que a parte respiratória, vascular e muscular está comprometida. 

Artigos . O Brasil parou!

29/06/2015

Quase metade dos brasileiros não pratica atividade física, aponta pesquisa. A relação entre o brasileiro e a prática esportiva foi apresentada pelo ministério do Esporte.  Em uma Iniciativa inédita no país, a pesquisa Diagnóstico Nacional do Esporte (Diesporte) mostra que 45,9% da população brasileira é sedentária, o que representa 67 milhões de pessoas em todo o país, sendo que o índice de sedentarismo entre as mulheres é maior do que o dos homens, com 50,4% contra 41,2%. Por si só estes números já seriam graves, mas ainda existem as desistências e abandonos da pratica esportiva.

Praticar exercícios físicos é imprescindível para se ter uma vida saudável, além de ser um ótimo aliado do corpo. Mas quando deixamos os exercícios de lado o corpo reage de diversas formas, e são justamente sobre essas reações que causam sérios problemas ao nosso organismo. Um exemplo de uma pessoa que treina 3x por semana, com duração de 1h a cada treino, quando esse indivíduo faz uma pausa brusca em suas atividades, o corpo mostra um comportamento diferente de acordo com o tempo, mas basicamente igual à todos.

*10 dias de pausa: A musculatura começa a ser afetada, mas o principal impacto sem atividade física neste período são sentidos principalmente pelos tendões, que vão exigir mais atenção aos alongamentos antes de retornar aos exercícios.

*3 meses: Há uma diminuição de perda calórica pela queda no processo metabólico que pode levar ao aumento de peso, consequentemente aumentado a resistência a insulina e aumentando a taxa de glicemia do sangue. Além da diminuição da massa muscular. O retorno as atividades físicas depois desse período precisa ser gradual, com atividades aeróbicas e pesos que possam reforçar as articulações visando uma maior resistência muscular localizada.

 

  *6 meses: Quase meio ano depois e toda a capacidade circulatória, pulmonar e cardíaca são comprometidas, podendo levar ao aumento da pressão arterial. Inevitavelmente o corpo reduz o metabolismo e depois de tanto tempo sem exercícios regulares é possível um provável ganho de peso e flacidez muscular. E em menos de um ano sem treinos é possível ver que o corpo é capaz de regredir e mudar totalmente, trazendo reflexos estéticos, funcionais e sistêmicos e ainda comprometendo a saúde como um todo, já que a parte respiratória, vascular e muscular está comprometida. 

Artigos . Recuperação rápida

20/07/2015

Como única fonte geradora de força capaz de criar movimento, os músculos são suscetíveis a lesões que podem variar de intensidade e tipo justamente por esta condição.  As lesões musculares são comuns no esporte, com sua frequência variando 10 a 55% de todas as lesões. Mais de 90% delas são relacionadas a contusões ou distensões musculares. A contusão muscular ocorre quando um músculo é submetido a uma força súbita de compressão como um golpe direto, por exemplo. Já nos estiramentos, o músculo é submetido a uma tração excessiva levando à sobrecarga das fibras e, consequentemente, a sua ruptura.

Todas as lesões musculares passam por 3 fases: Destruição, Reparação,  Remodelação. Na primeira, ocorre ruptura, formação de hematoma e uma reação inflamatória. Na segunda, começa a cicatrização do tecido conectivo, assim como a revascularização por crescimento de capilares na região. Já na ultima, uma retração e reorganização do tecido cicatricial e recuperação da capacidade funcional do músculo. O estiramento é classificado em três graus. Indo de pequenas rupturas de fibras (lesão < 5% do músculo) e pouca dor, até lesão > 50% do músculo. Resultando em uma importante perda da função com a presença de um defeito palpável e dor intensa com edema e hemorragias grandes.

Alguns fatores de risco podem ser prevenidos, como: as deficiências de flexibilidade, os desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas, as lesões musculares mal curadas, os distúrbios nutricionais e hormonais, as alterações anatômicas e biomecânicas, as infecções e os fatores relacionados ao treinamento (o aquecimento inadequado, a falta de coordenação de movimentos, técnica incorreta, sobrecarga e fadiga muscular).

Hoje a medicina conta com novas técnicas e conceitos para o tratamento das lesões musculares, como os fatores de crescimento derivados de plaquetas, a cultura de células-tronco autólogas, as drogas inibidoras da fibrose, a bioengenharia e a estimulação neuromuscular. Apesar de existirem poucos estudos, acredita-se que a infusão do (PRP) Plasma Rico em Plaquetas recrutaria um maior numero de células-tronco satélites, aumentando o poder de regeneração muscular. O que se observa com esta técnica é o alivio mais rápido e prolongado da dor e redução do tempo e o retorno também rápido ao esporte.

Artigos . Enganando a velhice

03/08/2015

Está em nossas mãos desde a juventude colocar um ritmo no processo ou apenas sermos conduzidos por ele. A diferença entre as duas atitudes pode determinar no futuro o fim mais rápido. Uma pesquisa mostrou de forma inédita que as pessoas envelhecem em ritmos espantosamente distintos, e que isso já é perceptível quando elas ainda são jovens.

Realizado por um grupo de pesquisadores liderados pelo especialista em envelhecimento humano Daniel Belsky, o trabalho teve como objeto acompanhar 954 pessoas, todos da mesma idade, seguidos pela ciência desde que eram bebês. A equipe de Belsky verificou como eles estavam envelhecendo, em diferentes momentos, ao longo de 12 anos, por meio de 18 marcadores biológicos com potencial para medir a deterioração de diversos órgãos e sistemas do organismo. Apesar dos registros afirmarem que todos os participantes tinham idade cronológica de 38 anos ao final do estudo, os cálculos revelaram que suas idades biológicas variavam desde os 28 até os 61 anos.  Décadas antes de se tornarem idosos, demonstrou o trabalho, os indivíduos com envelhecimento mais veloz já apresentavam físico debilitado, declínio cognitivo e saúde periclitante, bem como piores indicadores cardiovasculares, metabólicos, imunológicos, renais, pulmonares e de deterioração do DNA. Em outro teste, concluiu-se que as pessoas com idade biológica avançada eram também aquelas a quem, a partir da aparência, voluntários atribuíam uma faixa etária mais alta. É sabido que muito pode ser feito para brecar o declínio do organismo. Diferentes estudos sugerem que 25% do ritmo são ditados pela genética. Quanto a isso, somos impotentes. Mas os outros 75% da aceleração no envelhecimento são de responsabilidade individual.  Segundo a pesquisadora Ivana Mânica da Cruz, da UFSM a tríade; nutrição, atividade física e estresse, são os fatores responsáveis pelo retardo ou aceleração neste caso. A professora já se deparou com jovens gaúchos na faixa dos 20 anos que tinham marcadores biológicos de idoso e com idosos que apresentavam índices quase de adolescente. Segundo Ivana, o desgaste biológico pode se dar de muitas formas, por sermos compostos de várias partes e sistemas que entram em declínio de maneira desarmônica, eles não envelhecem ao mesmo tempo. E para isto o individuo deverá respeitar a sua individualidade biológica.

 

Artigos . Fraturas em idosas

19/10/2015

Pesquisadores descreveram no British Medical Journal que tanto emagrecer quanto engordar aumenta o risco de fraturas em diferentes partes do corpo. A pesquisa envolveu dados de 120 000 mulheres saudáveis na pós-menopausa. As voluntárias tinham de 50 a 79 anos no início do estudo e foram acompanhadas por onze anos.

Anualmente, as participantes eram pesadas e questionadas sobre fraturas. Os pesquisadores consideraram como ganho ou perda de peso mudanças de pelo menos 5% em relação ao peso das voluntárias no início do estudo. Com o passar dos onze anos da pesquisa, o emagrecimento esteve relacionado a um aumento de 65% na incidência de fratura nos quadris, 9% na de braço e 30% na região central, incluindo pélvis e coluna. Já o ganho de peso elevou em 10% o risco de fratura no braço e 18% na de perna. Pessoas que emagreceram sem querer tiveram um aumento nas fraturas de quadris e coluna, enquanto aquelas que perderam peso de propósito apresentaram maior risco de quebrar o braço e a perna.

De posse destes resultados os pesquisadores relacionaram alguns passos para uma menopausa saudável. Neste período a mulher tende a perder massa óssea e massa muscular, por isso exercícios físicos são essenciais. Para tal, modalidades com impacto como a corrida estimulam o desenvolvimento da massa óssea e de crescimento muscular e tencionais como a musculação, são fundamentais, pois, evitam assim o aparecimento da osteoporose e, aliado a uma dieta equilibrada, alivia sintomas como o fogacho, a irritabilidade e a depressão, pois liberam hormônios ligados à sensação de bem-estar.

Como depois desse período fica mais difícil o cálcio se fixar aos ossos devido a baixa do estrogênio, é importante se a mulher já tiver uma boa massa óssea, é menos provável que a osteoporose se desenvolva. A recomendação é consumir diariamente 1000 mg de cálcio. Com a chegada da menopausa, a dose recomendada passa para 1500 mg. Um copo de leite (integral ou desnatado) de 200 ml contém 250 mg de cálcio. Uma alimentação rica em legumes, verduras e frutas também podem ajudar a combater os sintomas da menopausa.

Mas um dos maiores vilões é o cigarro que pode levar à menopausa precoce, que se manifesta antes dos 40 anos. A mulher fumante tem a menopausa antecipada em dois anos, na média. O motivo é que o cigarro contém substâncias, como a nicotina, que diminuem a produção de estrogênio, assim como o álcool em excesso.

Artigos . Mantenha a libido

21/03/2016

Um hormônio com função principal de manter a produção de espermatozóides, além de regular a libido, fortalecer a musculatura, a densidade dos ossos. Sendo o responsável também pelo crescimento de cabelo e pelos. A testosterona, agora também esta relacionada com a depressão. De acordo com um novo estudo, homens que apresentam níveis baixos de testosterona têm risco maior de desenvolver depressão.

Pesquisadores encontraram em mais da metade dos homens do estudo, níveis baixos de testosterona e que foram diagnosticados com depressão ou apresentaram sintomas da condição, enquanto um quarto dos participantes já estava sendo medicado com antidepressivos. Os homens que não produzem a quantidade normal do hormônio são diagnosticados com hipogonadismo. É sabido que os níveis do hormônio geralmente aumentam durante a adolescência e início da vida adulta, mas à medida que os homens envelhecem, os níveis de testosterona baixam gradualmente, em até 1% ao ano depois dos 30 ou 40 anos de idade. Neste estudo, os pesquisadores examinaram os laudos médicos de homens com uma idade média de 48 anos. Os cientistas observaram vários fatores de cada paciente, como: a utilização de medicamentos, sintomas de hipogonadismo e histórico médico. Também anotaram se os homens haviam sido diagnosticados com depressão ou se tomavam antidepressivos.

Todos os participantes que não foram diagnosticados com a condição, ou não tomavam medicamentos para tal, responderam questões sobre o seu humor. Os índices de depressão foram de 62% para os participantes com 20 a 30 anos, 65% para os de 40, 51% para os de 50 e 45% para os de 60 anos de idade. Além de a análise mostrar também que os participantes do estudo apresentavam índices maiores de obesidade e menos atividade física em relação aos seus pares na população geral. O que mostra uma relação muito grande entre estes fatores. Sedentarismo, obesidade e depressão. Busque informações  sobre se seu estado de saúde está compatível com sua idade.

 

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21/03/2016

Um hormônio com função principal de manter a produção de espermatozóides, além de regular a libido, fortalecer a musculatura, a densidade dos ossos. Sendo o responsável também pelo crescimento de cabelo e pelos. A testosterona, agora também esta relacionada com a depressão. De acordo com um novo estudo, homens que apresentam níveis baixos de testosterona têm risco maior de desenvolver depressão.

Pesquisadores encontraram em mais da metade dos homens do estudo, níveis baixos de testosterona e que foram diagnosticados com depressão ou apresentaram sintomas da condição, enquanto um quarto dos participantes já estava sendo medicado com antidepressivos. Os homens que não produzem a quantidade normal do hormônio são diagnosticados com hipogonadismo. É sabido que os níveis do hormônio geralmente aumentam durante a adolescência e início da vida adulta, mas à medida que os homens envelhecem, os níveis de testosterona baixam gradualmente, em até 1% ao ano depois dos 30 ou 40 anos de idade. Neste estudo, os pesquisadores examinaram os laudos médicos de homens com uma idade média de 48 anos. Os cientistas observaram vários fatores de cada paciente, como: a utilização de medicamentos, sintomas de hipogonadismo e histórico médico. Também anotaram se os homens haviam sido diagnosticados com depressão ou se tomavam antidepressivos.

Todos os participantes que não foram diagnosticados com a condição, ou não tomavam medicamentos para tal, responderam questões sobre o seu humor. Os índices de depressão foram de 62% para os participantes com 20 a 30 anos, 65% para os de 40, 51% para os de 50 e 45% para os de 60 anos de idade. Além de a análise mostrar também que os participantes do estudo apresentavam índices maiores de obesidade e menos atividade física em relação aos seus pares na população geral. O que mostra uma relação muito grande entre estes fatores. Sedentarismo, obesidade e depressão. Busque informações  sobre se seu estado de saúde está compatível com sua idade.

 

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